quarta-feira, 27 de maio de 2009

Deu a louca na Globo!!!!!!!




Amados, realmente é inacreditável. 

Resolveram a divulgar as obras que as igrejas evangélicas fazem. Vejam o vídeo à seguir:



Fiquem na Paz!

terça-feira, 26 de maio de 2009

Cristo descreve o caráter do cristão

 

Extraído do Portal Melodia

 

A MISSÃO DE REVELAR A BELEZA INFINITA (MT 5:13-16)


Contexto: Cristo descreve o caráter do cristão e em seguida apresenta a missão da igreja no mundo se utilizando de duas metáforas – a metáfora do sal e a da luz.
Propósito: Revelar o que a igreja representará para a sociedade (mundo, terra) se viver a vida crista: a vidas das pessoas ganhará sabor, será preservada e receberá luz.
Pergunta: O que esta metáforas nos ensinam a fim de que façamos tamanha diferença na sociedade?
1. O estado de saúde de toda e qualquer sociedade é grave.
2. A igreja é essencialmente diferente da sociedade não cristã.
3. O mundo pode ser transformado parcialmente mediante o contato com a igreja.
4. A diferença da igreja em relação ao mundo consiste acima de tudo na prática do cristianismo.
5. A principal vocação da igreja no mundo é glorificar a Deus mediante a prática da verdade.
Façamos, portanto, uma análise de cada ponto na perspectiva de extrairmos de ambas as metáforas o que é necessário para que façamos diferença no mundo.

1. O ESTADO DE SAÚDE DE TODA E QUALQUER SOCIEDADE É GRAVE.
Nada pode ser pior para a missão da igreja no mundo do que um falso e superficial diagnóstico da saúde das sociedades humanas. Se o nosso diagnóstico for incorreto aplicaremos soluções insatisfatórias e não nos prepararemos adequadamente para o cumprimento da nossa missão.
O Senhor Jesus compara as sociedades humanas a algo que se deteriora, alguma coisa que se encontra desprovida de sabor e permeada por trevas. Uma pergunta se impõe a todos nós: em que consiste estas trevas? O que há de tão equivocado com o mundo a ponto de Cristo descrevê-lo como carente de luz? De acordo com o ensino integral das Sagradas Escrituras chegamos aonde chegamos em razão dos seguintes fatores:

1.1. O homem, num ponto do tempo, se afastou do seu Criador tornando-se errado no âmago do seu próprio ser.

1.2. O homem, a partir de todos os condicionamentos impostos ao seu ser pela queda, cria uma realidade para si na qual possa viver.

1.3. Essa realidade socialmente construída está baseada em premissas falsas.

1.3.1. Deus é arbitrário, alguém de quem devemos ter medo e de cuja pessoa devemos nos afastar.
1.3.2. O homem deve viver uma vida autônomia em relação a Deus.
1.3.3. O ser humano deve procurar a todo o custo ser feliz à sua maneira.
1.3.4. Na perspectiva de ser feliz o ser humano deve fugir da consideração de todo o horror que cerca a sua vida.
1.3.5. A natureza é autônoma.
1.3.6. O próximo é o principal inimigo do homem abaixo de Deus.

1.4. A realidade socialmente construída precisa ser mantida mediante coerção.

1.5. A realidade socialmente construída (mundo) é internalizada nos seres humanos mediante os papéis e valores que lhes são impostos desde a infância.

Desse modo, podemos perguntar: em que mundo passamos a viver e quais as conseqüências de tudo isso para as nossa vidas?

- Criamos uma realidade relativa, por isso, frágil.
- Forjamos um ambiente não natural para nós seres humanos.
- Transformamos a vida em sociedade num cenário de injustiça.
- Banimos o verdadeiro Deus da nossa vida.
- Passamos a viver num mundo profundamente esquizofrênico, palco das manifestações da graça comum do Criador e das realizações desalmadas dos homens.
- Tudo isso encontra-se sob a ira de Deus.

Agora, podemos começar a entender o porquê de as metáforas de Cristo fazerem uma descrição tão negativa da vida. As duas grande guerras, por exemplo, estão aí para mostrar que Cristo não estava exagerando.

2. A IGREJA É (E NÃO, DEVE SER) ESSENCIALMENTE DIFERENTE DA SOCIEDADE NÃO CRISTÃ.
O que o Senhor Jesus enfatiza é o fato de que onde houver uma verdadeira igreja ali haverá a presença de um grupo de seres humanos vivendo uma vida distinta da vida que é vida pelos que não pertencem a ela: "vós sois o sal da terra... vós sois a luz do mundo".
Esta antítese é inevitável. Nunca a verdadeira igreja poderá ser de tal modo identificada com o mundo a ponto de não se perceber nenhuma diferença essencial entre ela e o mundo. Nunca o mundo terá moralmente evoluído tanto a ponto de ser confundido com a verdadeira igreja. Esta é uma dupla realidade da qual não podemos fugir. Mundo e igreja são como ouro e barro, não se misturam. O ouro pode ate ficar sujo de barro, mas jamais perderá seu valor e o que o distingue do barro.
A igreja é essencialmente diferente do mundo porque conhece a Deus. E, por conhecer a Deus, reflete os resultados dessa relação. É impossível um homem conhecer a Deus e isso não afetar o seu ser e conduta. De igual modo, é impossível um homem conhecer a Deus e este encontro não torná-lo diferente daqueles que não o encontraram:
- Este encontro vai afetar sua mente. Ele jamais vai voltar a pensar da mesma maneira. Seu raciocínio se dará a partir de premissas verdadeiras. Essa pessoa passará a pensar melhor.
- Esse encontro vai afetar suas emoções. Sim, ele passará a amar o que não amava. Especialmente, esse homem amará a Deus, e, por amar a Deus, amará o que Deus ama por amor a Deus.
- Esse encontro afetará sua vontade. Como suas afeições foram alteradas, fortes impulsos para uma vida de santidade passarão a governar o seu ser. A árvore dará o seu respectivo fruto.

3. O MUNDO PODE SER TRANSFORMADO MEDIANTE O CONTATO COM A IGREJA.
O nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo nos apresenta uma lei do mundo espiritual: onde houver uma verdadeira igreja ali estabelece-se a possibilidade de transformação humana. O que Cristo está dizendo é que o que é insosso pode se tornar saboroso, o que tende a apodrecer pode ser conservado e o que está na escuridão pode ser iluminado.


O que isto pode representar em termos de transformação no mundo?
- Pessoas podem vir a se converter.
- Instituições podem ser humanizadas.
- Até mesmo revoluções podem ocorrer.
- Sociedades inteiras podem ter seu rumo de vida alterado.
- Seres humanos podem viver melhor.
- A ciência pode ser disseminada.
- A educação pode ser promovida.

Enfim, não se pode contar o que pode acontecer numa sociedade a partir da inserção no seu seio da verdadeira igreja de Cristo.
Por que essas mudanças podem ocorrer? Porque a igreja estará mostrando os efeitos da verdade na sua própria vida. Pessoas perceberão que viver com Cristo é melhor. Não, não é esse o ponto, o ponto é que pessoas perceberão que não há vida sem Cristo. Os homens descobrirão a causa dos seus problemas, a raiz da sua infelicidade e procurarão o verdadeiro remédio para as suas enfermidades.

4. A DIFERENCA DA IGREJA EM RELAÇÃO AO MUNDO CONSISTE ACIMA DE TUDO NA PRÁTICA DO CRISTIANISMO.
O mundo terá os seus olhos abertos para a verdade que a igreja proclama mediante a coerência de vida desta. A verdadeira igreja manifesta seu ser essencial e o que a distingue do mundo através da prática da verdade: "... para que vejam as vossas boas obras...".
A verdadeira igreja vive o que prega. É justamente essa ausência de inconsistência que sacode o mundo do seu sono e traz luz às trevas. É interessante observar o quanto Cristo dá destaque ao elemento da proclamação verbal. Ele termina o seu ministério chamando a igreja para falar: "... ide... e pregai". Boa obra, contudo, é mais do que falar verbalmente. É falar com os lábios e com a vida.
Não se trata de uma obra qualquer. É uma boa obra. Uma obra caracterizada pela presença de verdade. Ela glorifica a Deus. É tudo o que ela quer – glorificar a Deus. Seus propósitos, portanto, são santos. Trata-se de uma obra prescrita pela palavra de Deus. Na é o homem na sua visão tacanha decidindo fazer o que é bom. É o homem decidindo fazer o que é bom, porém, à luz da Palavra de Deus.
Os incrédulos glorificam ao Pai porque suas vidas são afetadas para melhor por meio do contato com a igreja. Essas pessoas são levadas a dizer: "Deus, obrigado pela vida dessa gente". A boas obras da igreja abrem os céus para os incrédulos contemplaram a face daquele que torna a vida dos homens bela.

5. A PRINCIPAL VOCAÇÃO DA IGREJA NO MUNDO É GLORIFICAR O PAI ATRAVÉS DA PRÁTICA DA VERDADE.
A principal missão da igreja no mundo é viver o evangelho. Isto envolve pregar o evangelho nos campos missionários, mas, acima de tudo, consiste em encarnar a vida de Cristo. Se a igreja perder de vista que sua principal vocação é viver o cristianismo, o mundo se encherá de missionários que não vivem o que pregam. Homens e mulheres que recomendam ao próximo uma vida que eles próprios não conhecem nem de longe.
Essa prática da verdade deve ter um fim: a glória de Deus. É isso que torna o ministério da igreja profundamente emocionante. A igreja é a única instituição no mundo cuja atividade consiste em revelar a beleza de Deus.

APLICAÇÃO

1. A IGREJA DEVERIA APRENDER COM CRISTO A FAZER O REAL DIAGNÓSTICO DO ESTADO DE SAÚDE DO MUNDO.

2. A IGREJA DEVE COMPREENDER QUE O SEU ESTILP DE VIDA TRATA-SE DE UMA VERDADEIRA CONTRA-CULTURA CRISTÃ.

3. A IGREJA DEVERIA SER MAIS OTIMISTA COM RESPEITO AO SEU PODER DE TRANSFORMAÇÃO NA VIDA DOS SERES HUMANOS.

4. A IGREJA DEVERIA COMPREENDER QUE MAIS IMPORTANTE QUE GRITAR PALAVRAS É TORNAR SEUS ESTILO DE VIDA UM GRITO DA VERDADE.

5. A IGREJA DEVERIA RESGATAR O SENSO DE PRIVILÉGIO DE ESTAR ENVOLVIDA EM TÃO GLORIOSA MISSÃO: TORNAR DEUS CONHECIDO DOS HOMENS ATRAVÉS DE UMA VIDA QUE É VIVIDA PARA A GLÓRIA DO PAI.

CONCLUSÃO


Poderíamos concluir dizendo que Cristo está ensinando que o mundo seria um inferno sem a verdadeira igreja. Um lugar desprovido de sabor, onde tudo se deteriora e encontra-se em trevas.
Que sejamos verdadeira igreja para esse mundo.

Antonio Carlos Costa
Um parceiro Melodia

 

quarta-feira, 20 de maio de 2009

A biografia de Jesus Cristo

Extraído do Portal UOL 

Cerca de 6 a.C., Nazaré ou Belém, Palestina (atual Israel)
Cerca do ano 27, Jerusalém (atual Israel).

 

Mesmo sem ter deixado nada escrito, Jesus é um personagem da Antigüidade universalmente conhecido, que viveu há cerca de 2.000 anos na antiga Palestina, território pertencente a Israel nos dias atuais. Também é chamado de Cristo (que significa sagrado, salvador ou messias). Pouco se sabe de sua existência em termos históricos.

Os textos que serviram de referência sobre a vida de Jesus são os quatro evangelhos do Novo testamento da Bíblia, livro sagrado do cristianismo, e que foram escritos em diferentes épocas por discípulos de Jesus: Mateus, Marcos, João e Lucas. A palavra evangelho se originou no grego antigo "euaggélion" e quer dizer boa nova, boa notícia. No século 19, quando o pensamento científico impôs-se sobre o religioso, os evangelhos não foram mais aceitos como documentos históricos - e a biografia de Jesus, assim como sua existência, passou a ser questionada.

Mas, daí em diante, pesquisadores juntaram provas de que Yeshua Ben Yossef (Jesus filho de José, em aramaico, a língua cotidiana da época na região), nasceu em Belém ou em Nazaré, por volta do ano 6 a.C., no fim do reinado de Herodes Antipas. A diferença entre a data real de nascimento de Jesus e o ano 1 do calendário cristão se deve a um erro de cálculo.

José, o pai de Jesus, era carpinteiro, e Maria, a mãe, era uma jovem que havia sido prometida em casamento a José. Na religião cristã ou cristianismo, Jesus é considerado o filho de Deus, gerado de forma milagrosa, sem parentesco com José.

Maria teria recebido a visita do arcanjo Gabriel (o anjo da Anunciação, o mesmo que seria visto por Maomé 600 anos depois) e sabido que, por obra do Espírito Santo, seria a mãe do Filho (Jesus) de Deus (Pai) que viria ao mundo para salvar a humanidade. Essa seria a base do cristianismo que se formou a partir de então: a trilogia formada por Pai, Filho e Espírito Santo.

O Evangelho de Lucas traz a Anunciação como ocorrida em Nazaré, onde José e Maria viviam, e conta que o casal foi obrigado a viajar até Belém, onde Jesus nasceu, pelo censo "ordenado quando Quirino era governador da Síria".

A Bíblia não fala quase nada sobre a infância e a adolescência de Jesus, com exceção de uma passagem em que, aos 12 anos, numa visita ao Templo de Jerusalém durante a Páscoa judaica, seus pais o encontram discutindo teologia com os sábios nas escadarias do templo.

Os evangelhos apócrifos - aqueles que não foram aceitos pela Igreja - descrevem Jesus como um menino travesso, que dava vida a figuras de barro para impressionar os colegas.

Aos 30 anos de idade, Jesus começou a divulgar suas idéias em público e a fazer milagres. Ele se fez batizar por João Batista nas margens do rio Jordão. Jesus viajou para a Galiléia e seus primeiros seguidores (discípulos) foram pescadores do lago Tiberíades. Eles viviam perto dali, em Cafarnaum, um povoado com cerca de 1.500 moradores.

Escavações encontraram os restos da casa de um dos discípulos, provavelmente de Simão Pedro (hoje conhecido como São Pedro), além de um barco datado da mesma época da passagem de Cristo pelo lugar.

Embora Jesus não tenha se esforçado para obter fama, esta se espalhou por toda a região e passou a incomodar governantes romanos e líderes religiosos judeus. Seu ato mais controverso foi anunciar que era Deus, ou filho de Deus: isso era uma violação da lei judaica. Os líderes religiosos convenceram o governador romano Pilatos a autorizar sua execução.

Ele foi preso, no Jardim do Getsêmani, em Jerusalém. Julgado, Jesus reafirmou sua missão divina e foi condenado. Atravessou as ruas carregando a cruz e foi crucificado, aos 33 anos, entre dois ladrões, no Gólgota, o morro do calvário ou da caveira.

Daí em diante, as narrativas ficam sem comprovação histórica, a não ser no terreno da fé cristã: depois de ser enterrado, ele teria ressuscitado e seu corpo foi levado aos céus, onde está sentado à direita do Pai.

 

quarta-feira, 13 de maio de 2009

Sede fecundos e multiplicai-vos


Extraído do Portal Melodia.

'Por que andas irado?' (Gn 4:6) Quando os primeiros seres humanos foram criados, Deus lhes disse: 'Sede fecundos, multiplicai-vos e enchei a terra'. Com a entrada do pecado no mundo e como conseqüência da sua presença em nosso meio, o processo da subtração da raça humana foi também implantado. Caim, o primeiro criminoso da história da humanidade, tirou a vida do seu próprio irmão, porque a sua oferta não foi aceita por Deus. Ele resolveu o seu problema da maneira que achou mais conveniente: matar. 'Quem sabe', deve ter pensado Caim, 'se eu eliminar o meu irmão, então Deus aceitará a minha oferta, porque Ele não terá outra oferta para comparar se a minha é boa ou não'. Caim trouxe para a sua família a herança da violência.

Tempos mais tarde nasceu Lameque cujo filho Tubalcaim foi o primeiro produtor de armas. Lameque era violento e se orgulhava disso. 'Matei um homem porque ele me feriu; e um rapaz porque me pisou' (Gn 4:23). Assim era o desejo do coração maldoso: subtrair o que Deus multiplicava. Porém, e graças a bondade de Deus, no meio de toda esta perversidade, Ele faz nascer um que será justo e íntegro, cujo coração estará em sintonia com o coração de Deus: Noé. Este homem, apesar de rodeado por tanta maldade e gente tão corrupta, viveu uma vida íntegra e honesta que agradou tremendamente a Deus. A lição que fica para nós hoje é: Deus não abandona a sua criação e no meio da tragédia que assola a humanidade, Ele continua a levantar homens e mulheres que andam com Ele. Peça a Deus que você seja uma destas pessoas que não se deixa levar pela mentira e falsidade dos outros, que você continue sendo bênção para o mundo. Orar: 'Senhor, auxilia-me a andar sempre na sua presença, mesmo nos momentos difíceis da minha vida'

Fonte: Portal Melodia/www.eceu.com.br

terça-feira, 12 de maio de 2009

Campanha mundial da oração mobilizará 220 países em maio

Extraído do Portal SBB

Idealizada em 2001 na Cidade do Cabo, na África do Sul, a Campanha Mundial da Oração não demorou para ultrapassar fronteiras e se espalhar pelo mundo. Na edição de 2009, o evento pretende mobilizar, de 21 a 31 de maio, cerca de 220 países pela causa. No ano passado, 214 nações participaram do movimento. A data escolhida não é por acaso, pois remete ao tempo de Pentecostes.

O movimento internacional tem como objetivo orar por 10 dias seguidos pelo perdão dos pecados, pelos países participantes, pelas autoridades e por um avivamento genuíno (ações sociais das igrejas em suas comunidades) ao longo de todo o ano.

Durante a campanha, cada país traçará sua estratégia de atuação, com vigílias, cultos, relógio e salas de oração, entre outros métodos. No Brasil, a proposta é conclamar igrejas e cristãos de diversos estados e municípios. Em cada local ou denominação religiosa integrante, uma liderança deverá organizar as ações de oração.

O ápice da campanha acontecerá em seu último dia, quando está prevista uma grande celebração. Em conjunto, as igrejas de cada município deverão promover cultos de louvor e adoração a Deus em locais públicos, reunindo as pessoas em praças, colégios, ginásios, estádios e parques.

Para participar, mais informações pelo site www.cmo.org.br .

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Entenda a parábola dos talentos


Extraído do Portal Melodia.

Em Mateus cap 25:14 Fala sobre a parábola dos talentos. O que são talentos? Dom, aptidão natural, habilidade adquirida, capacidade. Cada um de nós tem talentos, dados pelo Senhor. Vamos ver hoje, pessoas que receberam talentos do Senhor e logo após, se tornaram capacitadas, para cumprir o propósito de Deus, para cada uma delas. I Samuel 17:40 Davi ao enfrentar Golias, tinha na mão, uma funda e algumas pedras, com elas, venceu o gigante Golias, que durante muitos dias, afrontava o povo de Deus. Juízes 7:16 Gideão tinha uma trombeta e foi ela, que usou para conclamar o exército de Israel, para a batalha. Juízes 15:15

Sansão tinha um osso e com ele feriu mais de mil filisteus. Neemias 2:1-2 Neemias tinha um copo e com ele, aproximou se do rei e conseguiu permissão para reconstruir Jerusalém. II Reis 2:08 Elias tinha um manto e com ele abriu caminho no rio Jordão. I Reis 17:10 A viúva de Sarepta, só tinha um bocado de farinha e uma botija de azeite e com ela, alimentou o homem de Deus e recebeu a multiplicação. Atos 4:36 Barnabé tinha um terreno, que vendeu para ajudar aos pobres. Atos 9:36 Dorcas tinha uma agulha, que usou para fazer roupas, para os necessitados. João 6:9 Um rapaz, tinha cinco pães e dois peixinhos, que serviu para alimentar uma multidão. E você amado(a) O que têm nas mãos? Deus te deu algo especial, para cumprir o propósito dele na terra. Ele te deu algum talento, alguma capacidade, que te dá a chance de fazer história nessa terra. Que no ano, que se aproxima, você possa dizer como Isaías:-“ Eis me aqui Senhor, usa me a mim” .

Carinhosamente em Cristo 
Pastora Janethi Menezes 
Um parceiro Melodia

domingo, 10 de maio de 2009

Participe do Mutirão Mundial de Oração em prol de crianças e adolescentes carentes

Extraído do Portal SBB

Por iniciativa da ONG Viva América Latina, e realizado no Brasil pela Rede Mãos Dadas, acontecerá entre os dias 5 e 7 de junho o 14º Mutirão Mundial de Oração por Crianças e Adolescentes em Situação de Risco. Durante esses três dias, famílias, igrejas, organizações sociais e a comunidade em geral vão orar em favor de crianças e adolescentes de todo o mundo.

Em 2009, o Mutirão traz duas novidades: sua integração à campanha latino-americana “Ame o seu próximo – bons tratos para a infância”, e sua ênfase nos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, que são diretrizes sociais elaboradas pela ONU (Organização das Nações Unidas) para todos os governos nacionais cumprirem até 2015.

O tema de 2009 da campanha fala das possibilidades de todas as crianças e adolescentes crescerem em sabedoria, em estatura e em graça diante de Deus e dos homens, conforme Jesus no versículo de Lucas 2.52.

Em 2008, mais de quatro milhões de pessoas em 87 países participaram do Mutirão. No Brasil, o evento envolveu 475 organizações e igrejas e mobilizou quase 70 mil pessoas, das quais 64% tinham menos de 18 anos.

Para participar e saber como promover o Mutirão, solicite o material de apoio à Mobilização (MAM) pelo e-mail cartas@maosdadas.org, ou acessando-o pelo site: www.maosdadas.org .

Veja abaixo alguns pedidos de oração:

- Ore para que as escolas e os bairros onde as crianças moram se tornem lugares seguros em que elas encontrem todas as condições de crescimento integral.

- Ore para que a pobreza diminua pela metade até 2015, pela melhoria da saúde das gestantes e pela diminuição da mortalidade infantil.

- Ore para que igrejas, projetos e organizações continuem trabalhando juntos e que recebam a bênção de Deus sobre o trabalho que fazem.

- Ore por países onde há conflitos acontecendo entre grupos religiosos. Que os projetos que trabalham com crianças vulneráveis não sejam prejudicados.

Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs)

- Acabar com a fome e a miséria

- Educação básica de qualidade para todos

- Igualdade entre sexos e valorização da mulher

- Reduzir a mortalidade infantil

- Melhorar a saúde das gestantes ODM 7: Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente

- Combater a AIDS, a malária e outras doenças

- Qualidade de vida e respeito ao meio ambiente

- Todo mundo trabalhando pelo desenvolvimento

Dia das Mães abençoado

Extraído do Portal Melodia.

Anna Jarvis, uma americana nascida no fim do século 19 e educada numa forte convicção da fé em Jesus Cristo, passou praticamente toda a vida lutando para que as pessoas reconhecessem a importância das mães. Afirmava que as pessoas não costumam agradecê-las pelo amor que recebem com a devida freqüência.

“O amor de uma mãe é novo a cada dia”, dizia.

Tanto insistiu, que conseguiu: em maio de 1908, a igreja metodista em que congregava realizou a primeira celebração oficial do Dia das Mães. Sem saber, ela estava fazendo história. Ainda que, com o tempo, a data passasse a ser marcada pelo forte apelo comercial, nada tirou o brilho e a profundidade das comemorações de uma relação de amor e compromisso que só encontra referência superior no próprio relacionamento do ser humano com Deus. Todo cristão tem esta certeza: a maternidade foi instituída pelo Senhor como uma forma de fazer a sua Criação adquirir suas mesmas características no cuidado, na proteção e no amparo aos filhos, como uma espécie de herança genética. Para muitos teólogos cristãos, ela pode ser associada à função eclesiástica, ou seja, representa a Igreja gerando vidas para Deus, que sofre dores de parto até ver a alma consolidada em Cristo. Assim, o papel da mãe na estrutura familiar assemelha-se à coluna que doutrina, que exerce a maior influência sobre os filhos e é o esteio do marido.

“É nesta função de ajudadora e doutrinadora dos filhos que a mulher encontra sua realização pessoal”, afirma a psicóloga cristã Maria Bassoukou, membro da Igreja da Fé Cristã, em São Paulo. A partir de sua experiência de 13 anos de atendimento e aconselhamento, ela comenta que a maternidade é considerada um privilégio, um sinal da bênção do Senhor, e que a única relação que a suplanta, na vida de uma mulher, é a que ela mantém com seu Deus. No entanto, ela acredita que a mulher atual, cheia de atividades, que trabalha fora, que ajuda no orçamento e que, muitas vezes, é a única voz de comando da casa — pesquisas recentes do IBGE apontam que, em cada dez famílias, quatro são chefiadas por mulheres — vê-se despreparada para a maternidade. Maria Bassoukou explica que pode haver uma tentativa, por parte da mulher, de fugir desta realidade, criando muitos argumentos para defender-se de si mesma ou buscando uma estrutura própria, que fere os princípios estabelecidos por Deus.

“A meu ver, toda estrutura é voltada às seguintes prioridades: primeiramente, Deus; depois, o cônjuge; em seguida, os filhos; em quarto lugar, o ministério ou o trabalho. Quando esta ordem é quebrada, privilegiando-se mais o trabalho, do que os filhos, por exemplo, haverá desestabilidade em todo o núcleo familiar”, diz. Segundo a psicóloga, este desequilíbrio sempre converge para a figura da mãe ausente ou superprotetora. “Para provar que ama os filhos, uma mulher não precisa ficar 24 horas por dia grudada nele. Ela pode ter um tempo razoável, de acordo com suas atividades, mas a qualidade do tempo que fica com o filho é determinante. O pólo oposto da negligência é a superproteção, cuja raiz é a rejeição por motivação errada para gerar e ter este filho. É uma tentativa de dissimular a vontade de não ter tido aquele filho por vários motivos. Ambos os sentimentos de ausência e superproteção denotam uma desestabilidade da mãe.”

Virtude e responsabilidade Após alguns percalços entre a carreira profissional e a criação dos dois filhos, a consultora de Marketing da Darling Lingeries, Mônica Serrão, encontrou no conceito bíblico de maternidade o equilíbrio que tanto buscou como mulher e como mãe. Convertida desde 1998 e mãe de pré-adolescentes, Mônica interrompeu suas atividades profissionais por conta do nascimento de seus filhos. Após o divórcio, teve que retomar a carreira. “A mulher divorciada sente-se muito carente e culpada ao mesmo tempo. O lar se divide, o casamento morre e ainda é preciso carregar o fardo de ser pai e mãe ao mesmo tempo. Inevitavelmente, cria-se uma lacuna no relacionamento entre a mãe e os filhos”, analisa. Personagem de uma história comum nos dias de hoje, ela encontrou plenitude no relacionamento com a família após assimilar uma ótica diferente das questões cruciais da maternidade. “O aprendizado bíblico ensinou-me a ser mulher virtuosa e ter Deus como o maior supridor das minhas necessidades.

Através disto, exerço o papel de mãe e provedora, com responsabilidade e plenitude”, afirma. Mas nem sempre é fácil entender que pode haver equilíbrio entre a maternidade, a profissão e as escolhas pessoais, sobretudo quando a mulher está longe dos princípios de Deus. É neste espaço que a Igreja precisa atuar, ajudando mães e filhos abalados por uma relação familiar distorcida a estabelecer, de forma correta e dentro da visão bíblica, as prioridades da vida em comum. A compreensão do papel da mãe fica muito mais fácil, tanto para ela quanto para os filhos, a partir das referências divinas. Geruza Gondim, pastora da Igreja Betesda, em São Paulo, traça um paralelo entre o ministério pastoral e o da maternidade. Em sua opinião, há necessidades de limites e disciplina. A tarefa complica-se ainda mais para quem, como ela, precisa conciliar as duas tarefas. Afinal, a dificuldade de conciliar tempo entre o trabalho na igreja e a atenção necessária para um desenvolvimento saudável dos filhos não poupa nem uma líder. “Tem uma diferença”, afirma.

“Se deixarmos, a igreja toma quase o tempo integral de um pastor, principalmente nos fins de semana, que é exatamente quando os filhos estão de folga da escola e das atividades extras, e querem a atenção da mãe para passear, ir ao cinema etc. Deve haver muito discernimento para estabelecer o limite e não se envolver a ponto de abandonar os filhos.” Estudante de psicologia, Geruza vai além no paralelo entre a maternidade e a igreja ao explicar que a família é o melhor retrato do relacionamento de Deus com seu povo. “Devemos ter em mente que uma família saudável gera uma igreja saudável que, por sua vez, gera uma sociedade saudável. Sempre devemos lembrar que um pastor, pastora ou obreira mal-sucedidos no âmbito familiar tem muito mais dificuldades para administrar a igreja.” Pregação particular Geruza lembra que uma reclamação comum entre os filhos de pastoras é o fato de serem constantemente cobrados por um comportamento mais exemplar do que os outros. “Creio que é mais ou menos como ser mãe ou pai psicólogo.

Os filhos de psicólogos geralmente acham que estão sempre sendo analisados dentro do próprio lar. Da mesma forma, os filhos de pastores são constantemente policiados com pregações particulares praticamente o dia inteiro, todos os dias de sua vida. Se não tomarmos cuidado, nossos lares podem se tornar verdadeiras prisões espirituais para os filhos, não lhes dando espaço para a tentativa de se desenvolver, criar sua própria identidade e até mesmo suas próprias convicções.” A mãe pastora, por sua vez, sofre com problema idêntico: ela é mais cobrada pela igreja e, eventualmente, até mesmo pelos filhos. “Como você pode pregar sobre amor se não está me amando agora?” Aqui está um pequeno exemplo de manipulação que mães envolvidas no ministério pastoral costumam enfrentar. Em meio a tanta observação e cobrança, o risco de se proporcionar uma educação muito repressora é tão grande quanto o de ultrapassar os limites da liberalidade. “Se os filhos de uma pastora falharem, a culpa pode ter sido dela por ter sido ausente. Mas se não estiver presente em todos os trabalhos da igreja, há cobrança dos diversos ministérios”, diz Geruza, resumindo o conflito. Estando ou não no púlpito, fato é que toda mãe também representa uma referência Para a pastora Geruza, mães que exercem ministério devem ser muito cuidadosas na criação dos filhos

Fonte : Revista Lar Cristão 
Um parceiro Melodia