SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com início da concentração marcada para as 7h desta quinta-feira (15), a 25ª edição da Marcha para Jesus vai interromper o trânsito na região central de São Paulo já a partir desta quarta (14). Ao todo, serão 26 horas de interdições.
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quinta-feira, 15 de junho de 2017
Marcha para Jesus fecha ruas de SP a partir desta quarta-feira
SÃO PAULO, SP (FOLHAPRESS) - Com início da concentração marcada para as 7h desta quinta-feira (15), a 25ª edição da Marcha para Jesus vai interromper o trânsito na região central de São Paulo já a partir desta quarta (14). Ao todo, serão 26 horas de interdições.
quinta-feira, 23 de junho de 2011
Marcha para Jesus vira ato contra união homoafetiva

* * * Extraído do Portal IG * * *
Temas como legalização da maconha e criminalização da homofobia também pautaram evento, que levou ao menos 1 milhão às ruas em SP
Ricardo Galhardo, iG São Paulo | 23/06/2011 17:05
A 19ª edição da Marcha para Jesus, uma das maiores manifestações religiosas do planeta, se transformou em um ato de afronta ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ameaças aos políticos por parte de lideranças evangélicas. Apesar dos esforços dos organizadores para restringir o enfoque a temas religiosos, assuntos como a união civil de pessoas do mesmo sexo, homofobia e legalização da maconha acabaram dominando os discursos de alguns líderes religiosos.
"A marcha não deixa de ser um ato político", resumiu o senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), ligado a Igreja Universal do Reino de Deus. O discurso mais radical foi do pastor Silas Malafaia. Com palavreado vulgar, usando termos como "otário" e "lixo moral", Malafaia atacou duramente a decisão do STF de legalizar a união estável entre pessoas do mesmo sexo. "O STF rasgou a Constituição que, no artigo 226, parágrafo 3º, diz claramente que união estável é entre um homem do gênero masculino e uma mulher do gênero feminino. União homossexual uma vírgula", disse o pastor.
Na sequência, Malafaia passou a atacar a decisão do STF de liberar as marchas da maconha no Brasil.
"Amanhã se alguém quiser fazer uma marcha em favor da pedofilia, do crack ou da cocaína vai poder fazer. Nós, em nome de Deus, dizemos não."
A multidão, estimada pela Polícia Militar em 1 milhão de pessoas - e pelos organizadores em 5 milhões - foi ao delírio e respondeu com gritos de "não, não" com os braços levantados para o céu.
Malafaia ameaçou orientar seus fiéis a não votarem em parlamentares que defendem o Projeto de Lei 122/2006, que criminaliza a homofobia no País. "Ninguém aqui vai pagar de otário, de crente, não. Se for contra a família não vai ter o nosso voto", ameaçou.
O pastor defendeu a desobediência por parte de pastores caso o PL 122 seja aprovado. "Eles querem aprovar uma lei para dizer que a Bíblia é um livro homofóbico e botar uma mordaça em nossa boca. Se aprovarem o PL 122 no mesmo dia, na mesma hora, tudo quando é pastor vai pregar contra a prática homossexual. Quero ver onde vai ter cadeia para botar tanto pastor."
Lixo moral'
Malafaia classificou como "lixo moral" as pessoas que questionam a interferência das igrejas em assuntos do governo e, embora tenha dito que não tem objetivo de instaurar um estado evangélico no Brasil, "os países mais práticos e as democracias mais evoluídas do mundo tem origem no protestantismo".
Já Crivella adotou um tom mais ameno em relação aos direitos civis dos homossexuais, mas foi duro em relação ao STF que, segundo ele, está agindo politicamente e se imiscuindo em temas que dizem respeito ao Legislativo. "O Congresso tem que se levantar contra o ativismo político do STF. Só o Congresso pode detê-los", afirmou o senador.
A contrariedade maior de Crivella é em relação ao ministro Ayres Brito. "Fui o relator do processo de aprovação do Ayres Britto no Senado e na época alguns colegas me alertaram que ele tem pretensões políticas mas não dei ouvidos. Ele foi candidato a deputado pelo PT de Sergipe e não foi eleito. Agora quer se vingar do povo sergipano e levar na mão grande", acusou. Segundo ele, o Congresso trabalha em um projeto de lei que contemple tanto os direitos civis gays quanto os dos pastores evangélicos de pregarem contra a prática homossexual. "O que não pode é querer fazer na marra. Aí desencadeia reações radicais como a que vimos agora a pouco", disse ele, em referência a Malafaia.
O apóstolo Estevam Hernandes, da Igreja Renascer, organizador da marcha, reafirmou o caráter estritamente religioso do evento e disse que manifestações como as de Malafaia e Crivela são opiniões pessoais. Apesar disso, admitiu ser contra o "casamento gay" e a liberação da maconha. Questionado por um repórter sobre o qual fator pesa mais na desagregação da família, o homossexualismo ou o crime de evasão de divisas, pelo qual foi condenado a pena de 140 dias de prisão nos EUA, o apóstolo mudou de assunto.
'A serviço de satanás'
Entre os milhares de pessoas que participaram da marcha, os temas polêmicos também foram os assuntos principais. A reportagem do iG abordou um grupo de oito jovens que veio de Cidade Adhemar para a marcha e perguntou quais as opiniões deles sobre direitos homossexuais, homofobia, aborto e legalização da maconha. Com visual moderno, estilo emo, todos disseram ser contra a união civil de pessoas do mesmo sexo, aborto e legalização das drogas e defenderam os pastores que consideram o homossexualismo uma prática pecaminosa.
"Quem defende o homossexualismo e a maconha está aqui a serviço de Satanás", disse o auxiliar de informática Natanael da Silva Santos, de 19 anos, que foi à marcha usando calça apertada, cinto de taxinhas e a tradicional franja emo. Enquanto a reportagem entrevistava os jovens, a aposentada Jovelina das Cruzes, de 68 anos, ouviu a conversa e fez uma intervenção. "Vocês estão falando sobre o que não conhecem. Meu sobrinho é gay e é um rapaz maravilhoso. Ótimo filho, muito educado, muito honesto e estudioso. Já o meu filho é machão e vive batendo na esposa, não respeita ninguém, não para no emprego."
Quando Jovelina virava as costas para continuar a marcha Natanael, que não se deu por vencido, fez uma observação. "Cuidado, tia. Se o pastor escuta a senhora falando uma coisa dessas ele não deixa mais a senhora entrar na igreja". E Jovelina respondeu. "Igreja é o que não falta por aí. Se me impedirem de ir em uma, vou em outra. Não tem problema."
Tags: Homofobia, IG, Marcha pra Jesus, Notícias
sexta-feira, 6 de maio de 2011
São Paulo institui o dia da Marcha para Jesus
* * * Extraído do CPADNEWS * * *
Governo sancionou o Projeto de Lei para criação de uma data no Estado
O Governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, sancionou o Projeto de Lei nº328/01 do Deputado Gilberto Nascimento (PMDB-SP) que previa a criação de uma data para o dia da Marcha para Jesus no estado.
A lei foi promulgada por Geraldo Alckmin e entrou em vigor na data da publicação do Diário Oficial do Estado no dia 30 de abril, sob o nº 14.424, prevendo que o dia da Marcha Para Jesus em São Paulo deverá ser comemorado, anualmente, no primeiro sábado do mês de junho.
Como o Governo Federal já havia instituído o Dia Nacional da Marcha para Jesus caberá aos organizadores do evento decidir em qual data ele será realizado. Na cidade de São Paulo o evento acontecerá no dia 23 de junho.
A assessoria do Palácio dos Bandeirantes afirmou que mesmo com a data instituída, não será necessária a alteração da data da realização do evento.
Fonte: Folha Renascer / Gospel Prime
Tags: Evangélicos, Evangelismo, Marcha para Jesus
sábado, 19 de março de 2011
Preparativos para a Marcha para Jesus 2011
* * * Extraído do CPAD NEWS * * *
Expectativa dos organizadores é superar os cinco milhões de pessoas
Na 19º edição, a Marcha para Jesus 2011, um dos maiores eventos religiosos do país e consolidado na capital paulista, será realizada no dia 23 de junho. Como no ano passado, a caminhada terá início às 10 horas, saindo da estação Tiradentes e seguindo para a Praça Campo de Bagatelle, ponto final do evento.
O evento se tornou lei em São Paulo, após o projeto de lei nº 3234/08, do senador Marcelo Crivella, ser aprovado pelo Conselho de Comissão e Justiça e sancionada pelo ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva em setembro de 2009.
Participarão da festa, bandas como Renascer Praise, Thalles Roberto, Katsbarnea, DJ Alpiste e outros que já confirmaram participações. A expectativa da Igreja Renascer, organizadora da marcha, é de que o número de público seja maior mais relação à 2010.
No ano passado, a estimativa de público foi de cinco milhões de pessoas, 600 caravanas, 14 trios elétricos e 34 bandas com diversos nomes da música e do meio gospel que animaram o público presente.
Fonte: Creio
Tags: Marcha para Jesus, Campo de Bagatelle, Notícias, Evangelísmo, Igreja, Liberdade religiosa, Obra, de Deus, Propósito, Tempo para Deus
