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sexta-feira, 15 de maio de 2026

Igreja da Escócia tem aumento de novos convertidos: ‘Profunda fome espiritual’



* * * Extraído do Portal Gospels+ * * *

A Church of Scotland registrou aumento no número de conversões desde o início da pandemia de COVID-19, em meio ao que líderes da denominação descreveram como uma crescente busca espiritual no país.

Dados oficiais da igreja apontam que 820 pessoas declararam fé na obra salvadora de Jesus Cristo em 2025, quase o dobro das 428 registradas em 2021. Segundo a denominação, 27% das 841 congregações da Igreja da Escócia receberam novos membros neste ano.

As informações foram apresentadas em um relatório divulgado durante a Assembleia Geral da igreja, iniciada na sexta-feira em Edimburgo e programada para seguir até domingo, 18 de maio. O documento classificou os resultados como “muito encorajadores” e afirmou que eles representam evidências da atuação do Espírito Santo.

“Há sinais encorajadores de renovação”, afirmou o relatório. “Estamos vendo evidências de maior envolvimento com a Bíblia, interesse renovado em questões espirituais, aumento da frequência à igreja e mais jovens e adultos jovens se convertendo à fé com confiança”.

O documento acrescentou que os resultados devem incentivar a igreja a redescobrir “as Boas Novas” que, segundo a denominação, precisam ser compartilhadas com a sociedade.

O reverendo David Cameron afirmou que os números refletem uma busca espiritual crescente nas paróquias da igreja. Entre 2021 e 2025, foram registradas 3.292 profissões de fé na denominação.

“É muito encorajador ver o número de Profissões de Fé aumentar novamente em toda a Igreja da Escócia”, declarou Cameron. “Acredito que esse crescimento reflete o fato de que, mesmo em tempos incertos, permanece uma profunda fome espiritual em nossas paróquias”.

Segundo ele, o crescimento observado em diversas congregações está relacionado ao acolhimento oferecido pelas igrejas, à vida comunitária e às ações de cuidado pastoral. Cameron afirmou ainda que a denominação pretende ampliar investimentos em discipulado e ministério intergeracional, especialmente voltados aos jovens.

“Precisamos continuar investindo no discipulado e no ministério intergeracional, criando espaços onde os jovens possam explorar a fé com sinceridade e se sentirem acolhidos de forma significativa”, disse.

As conversões ocorrem enquanto a Equipe de Liderança de Ação da Fé, criada em maio de 2023, segue atuando em projetos de evangelização e formação de novos discípulos dentro da Igreja da Escócia.

Em relatório recente, o grupo destacou o aumento do interesse espiritual entre os jovens escoceses. “Acreditamos que a Igreja da Escócia é chamada a responder à crescente curiosidade espiritual entre os jovens, uma área na qual nossa denominação atualmente tem alcance limitado”, informou o documento, de acordo com o The Christian Post.

Apesar do crescimento nas conversões, a denominação continua registrando queda no número total de membros. A Igreja da Escócia encerrou o ano passado com cerca de 229 mil membros registrados, uma redução de aproximadamente 5% em comparação com 2024, principalmente devido ao aumento no número de falecimentos. Um relatório divulgado em 2023 apontou que a igreja perdeu mais da metade de seus membros desde o ano 2000.

Fundada no século XVI, a Igreja da Escócia segue a tradição reformada e presbiteriana e atua como igreja nacional escocesa. Diferentemente da Church of England, a denominação não reconhece o monarca britânico como chefe da igreja.

Nos últimos anos, a Igreja da Escócia também enfrentou debates internos sobre sexualidade e identidade de gênero. Em 2024, a denominação declarou apoio à criação de uma legislação nacional contra práticas conhecidas pelos críticos como “terapia de conversão”, desde que a medida não fosse utilizada para restringir a atuação de igrejas e líderes religiosos.

Embora a igreja mantenha desde 2021 o compromisso de apoiar a proibição dessas práticas, os planos para aprovar a legislação foram suspensos no início de 2025 em meio a disputas judiciais e debates sobre liberdade religiosa.

Tags: Conversão, Cristianismo, Deus, Evangelho, Gospel+, Jesus Cristo, Missões

sábado, 16 de dezembro de 2023

Evangelista é ameaçado de morte em Bangladesh

 

O cristão ainda está se recuperando dos ferimentos (Foto representativa / Portas Abertas)

* * * Extraído do Portal Cpadnews * * *

Mesmo após sequestro e tortura, Thuisala permanece fiel a Jesus

De Redação CPAD News 14 de dezembro de 202

O evangelista Thuisala (pseudônimo), de 41 anos, chegou a achar que iria morrer. O cristão indígena foi sequestrado e torturado por radicais budistas no dia 6 outubro em Bangladesh. Segundo ele, o grupo era composto de quatro jovens, com idades entre 14 e 17 anos. Eles foram agressivos e cruéis.

Colegas de trabalho e a esposa do evangelista tentaram contatá-lo no celular por causa do grande atraso incomum no escritório e porque o cristão já havia recebido ameaças de morte. Quase um mês depois, os sequestradores convocaram o cristão um novo encontro. Ele foi ao encontro, pois não podia se esconder ou fugir.

Chegando ao local, os criminosos ofereceram chá ao cristão. Mas foram diretos e disseram que o trabalho de evangelismo fazia mal e que se quisesse continuar o ministério deveria pagar dinheiro a eles. Eles também exigiram saber quanto dinheiro ele recebeu para se converter e não acreditavam que os cristãos não eram pagos para seguir a Cristo.

 

Com informações: Portas Abertas (14.12.23)

Tags: Apocalipse, Buda, Cpadnews, Evangelho, Evangelismo, Fim dos Tempos, Jesus Cristo, Missões, Notícias, Palavra de Deus, Perseguição a Cristãos

quinta-feira, 13 de abril de 2023

Líder cristão é acusado de blasfêmia no Iraque


 
* * * Extraído do Portal CPadNews * * *

Bahzad Mziri e sua família saíram do país por causa da pressão de extremistas

Redação CPAD News27 de março de 2023Atualizado:27 de março de 2023

 

Uma postagem nas redes sociais fez um líder cristão iraquiano ser acusado de blasfêmia e ter que sair do seu país com sua família.

Bahzad Mziri é um cristão de origem muçulmana e ficou inquieto quando um líder muçulmano fez duras críticas a Jesus e às doutrinas bíblicas. Com isso, ele decidiu fazer um post comparando a vida de Jesus com a história do profeta islâmico, Maomé.

A intenção de Bahzad era levar conhecimento e apresentar a verdade sobre Jesus, mas a postagem foi considerada uma ofensa ao islã, resultando em um processo judicial aberto por entidades muçulmanas, líderes e membros do Ministério de Assuntos Religiosos do Iraque.

A publicação vem sendo compartilhada em perfis de muçulmanos radicais nas redes sociais, que incitam ira contra o cristão, sua igreja e a toda a comunidade cristã local. Entre os compartilhamentos, estão muitas ameaças, inclusive de morte. Alguns afirmavam que estavam buscando pelo endereço do pastor, para atacá-lo.

Por segurança, Bahzad decidiu deixar o Iraque junto com sua família. O líder gravou um vídeo, onde pedia desculpas pelo mal-entendido e explicava o contexto de sua postagem.

Apesar de as autoridades locais terem garantido que as igrejas poderiam continuar se reunindo e que, qualquer ameaça que recebam nos próximos dias deve ser denunciada, a igreja liderada pelo pastor Bahzad preferiu suspender os cultos, pois não se sente segura para usar o templo.

De acordo com a Portas Abertas, as autoridades também informaram que estão tomando as medidas necessárias para conter os posts anticristãos nas redes sociais.

 

Com informações Portas Abertas

Tags: Apocalipse, CpadNews, Evangelho, Fim dos Tempos, Igreja, Iraque, Jesus Cristo, Missões, Obra de Deus, Oriente Médio, Perseguição.

terça-feira, 28 de março de 2023

Missionário americano mantido refém por 6 anos no Níger foi libertado



 * * * Extraído do portal CpadNews * * *

 Jeffery Woodke foi raptado por um grupo extremista islâmico em 2016

Descrição: Redação CPAD NewsDe Redação CPAD News21 de março de 2023Atualizado:21 de março de 2023

 

 


Foto: reprodução vídeos- montagem CPAD News

Após quase sete anos do sequestro do missionário norte-americano Jeffery Woodke, oficiais dos Estados Unidos confirmaram, nesta segunda-feira (20), que o cristão foi libertado do cativeiro.

Conhecido por sua participação em movimentos de ajuda humanitária durante 24 anos, quando foi sequestrado em outubro de 2016, Woodke liderava o trabalho missionário no Níger. Porém sua libertação aconteceu fora do Níger, em uma região na fronteira entre Burkina Faso e Mali.

De acordo com a Portas Abertas, os responsáveis pelo sequestro são conhecidos por realizar raptos há anos na região, mas as autoridades o nome do grupo extremista não foi divulgado publicamente . “Os grupos terroristas estão se aliando e se sobrepondo no Oeste Africano. Eles enxergam os sequestros como uma espécie de negócio, como uma fonte de dinheiro e poder”, afirmou, Antony Blinken, secretário de Estado dos EUA.

O conselheiro de segurança nacional do presidente Joe Biden, Jake Sullivan, publicou no Twitter um agradecimento ao Níger e a todos de seu governo que contribuíram para a liberdade de Woodke.

“Estou satisfeito e aliviado em ver a libertação do refém norte-americano Jeff Woodke depois de mais de 6 anos em cativeiro. Os EUA agradecem ao Níger por sua ajuda em trazê-lo de volta para casa para todos que sentem falta dele e o amam. Agradeço a tantos em nosso governo que trabalharam incansavelmente para garantir sua liberdade”, tuitou Sullivan.

A esposa de Jeff, Els, e os dois filhos do missionário precisarão aguardar alguns dias para reencontrá-lo, pois ele ainda está sendo transferido para os Estados Unidos. No entanto, a certeza de seu retorno e liberdade já é um consolo para toda família.

O processo para a libertação de Jeff está sendo mantido em sigilo pelos oficiais, que garantiram fornecer todo cuidado médico e ajuda pós-trauma que o cristão precisar.

Além de Woodke, o jornalista francês Olivier Dubois, sequestrado no Mali em 8 de abril de 2021 pela aliança jihadista Grupo de Apoio ao Islã e aos Muçulmanos (GSIM), também foi libertado nesta segunda.

De acordo com o CNN, Dubois foi transferido para o Níger após sua libertação.

“Sentimos uma alegria e um alívio imenso. Nosso colega foi mantido refém por 711 dias no Mali. Seu cativeiro foi o mais longo para um jornalista francês feito refém desde a guerra do Líbano”, disse um comunicado dos Repórteres Sem Fronteiras.

Segundo as autoridades, o grupo extremista não recebeu nenhum resgate ou outro tipo de benefício para soltar os reféns.

 

Com informações Portas Abertas e CNN

Tags: África, Atualidades, Deus, Evangelho, Igreja, Jesus Cristo, Missões

segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

Pastor e rabino trabalham para acabar com a perseguição aos cristãos na África


 

* * * Extraído do portal CpadNews * * *

O pastor Johnnie Moore está trabalhando ao lado do rabino Abraham Cooper em favor dos cristãos perseguidos na Nigéria

Enquanto muçulmanos radicais estão perseguindo milhares de cristãos na Nigéria, grande parte do mundo ocidental sabe pouco sobre essa realidade. Mas o Rev. Johnnie Moore e o Rabino Abraham Cooper esperam mudar isso. 

Moore e Cooper, dois defensores dos direitos humanos mundialmente reconhecidos, são os co-autores do livro “The Next Jihad: Stop the Christian Genocide in Africa” (“A Próxima Jihad: Pare o Genocídio Cristão na África”, em tradução livre), resolveram se unir para aliviar o sofrimento de cristãos que são mortos pelo jihadismo islâmico.

O rabino e o pastor se juntam ao programa para explicar o que está acontecendo com os cristãos na Nigéria e por que eles escolheram se reunir para lançar luz sobre uma situação que a mídia em grande parte não está cobrindo. 

“É um tipo de sofrimento que vem acontecendo nas sombras e o mundo precisa despertar para isso”, disse o pastor Moore ao The Daily Signal Podcast. “O governo nigeriano, uma democracia, uma aliada dos Estados Unidos, não está cuidando de seu povo, e estamos dizendo: Basta! A Nigéria precisa agir agora!”

O pastor e o rabino foram à Nigéria em fevereiro de 2019, antes do mundo vivenciar o lockdown por causa da pandemia de Covid-19. Juntos, mesmo um sendo cristão e outro sendo judeu, eles ouviram pessoalmente os relatos das vítimas de perseguição religiosa.

“Eu disse ao reverendo Moore: ‘Johnnie, temos que ir para a Nigéria’. Não é o lugar mais fácil de ir, mas sentimos que precisava acontecer uma transformação de manchetes ocasionais para dar um rosto humano ao sofrimento”, disse Cooper.

O rabino vincula a negligência da mídia com os casos a uma verdade defendida por Josef Stalin durante a Guerra Fria, nos tempos do Holocausto: “Uma morte é uma tragédia, um milhão de mortes é uma estatística”.

“Por isso, colocar um rosto humano em um problema é o principal motivo pelo qual fomos lá”, explica Cooper. “Fizemos um compromisso com eles de que seriam ouvidos e vistos”.

Cooper também acredita que Deus espera que as pessoas de fé estejam envolvidas diante do sofrimento de seus irmãos. “Como pessoas de fé, sentimos e esperamos uma obrigação moral mais profunda para agir, e não só de considerar isso em termos geopolíticos”.

O rabino disse ainda que decidiu se unir ao pastor Moore porque viu nele não só um “homem de fé”, mas também uma “pessoa de ação”. “Eu acredito que colocar as questões teológicas — elas não são inconsequentes — mas colocando isso de lado, Deus quer que façamos o bem. Encontramos parceiros para fazer o bem e podemos descobrir uma maneira de trabalhar juntos”, afirma.

 

Fonte: Guiame/ Com informações do Daily Signal - Foto: Luis Tato/AFP/Getty Images.
22/01/2021

 

Tags: CpadNews, Deus, Evangelho, Fome, Jesus Cristo, Missões, Nigéria, Perseguição a Cristãos

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Líder cristão é morto em Burkina Faso

 


* * * Extraído do Portal CpadNews * * *

Ele havia desaparecido há dois dias e ontem o corpo foi encontrado

 

Na noite de 21 de janeiro, o corpo do líder cristão Rodrigue Sanon foi encontrado na floresta Toumousseni, região de Burkina Faso que faz fronteira com a Costa do Marfim. Sanon servia em Soubakanyedougou e desapareceu enquanto viajava para uma reunião em Banfora, no dia 19 de janeiro. 

De acordo com o portal de notícias Rádio França Internacional (RFI), o cristão nunca chegou ao destino final. O carro de Sanon foi encontrado intacto e vazio em um cruzamento a caminho de Banfora. Acredita-se que ele tenha sido levado por um dos grupos extremistas islâmicos que vivem em Burkina Faso, mas isso não foi confirmado. Outros três cristãos também desapareceram nas proximidades de Banfora na semana passada e ainda não foram encontrados.

Histórico de crimes contra líderes da igreja

Burkina Faso ocupa o 32º lugar na Lista Mundial da Perseguição 2021, onde os seguidores de Cristo são pressionados para abandonar a fé por meio de ataques violentos. Familiares, amigos, governo e grupos extremistas são os principais responsáveis pela perseguição aos cristãos.

Desde 2019, o número de crimes contra líderes da igreja no país aumentou, trazendo maior vulnerabilidade e insegurança para os seguidores de Jesus. O líder Antonio Cesar Fernandes de Dom Bosco foi assassinado em Nohao, região que faz fronteira com Gana. No dia 29 de março de 2019, o pastor Joel Youbaré de Djibo desapareceu a caminho de casa, após um culto. Em 12 de maio de 2019, Dom Simeon Yampa e outros cinco fiéis foram mortos em um ataque à igreja de Dablo. Além disso, quatro seguidores de Jesus que participavam de uma reunião foram mortos em 13 de maio de 2020. 

Pedidos de oração

- Interceda pela família de Sanon, para que Deus dê força e paz nesse momento de luto.

- Ore para que Deus fortaleça a igreja em Burkina Faso e que continue a testemunhar o amor de Deus mesmo diante do cenário de perseguição.

- Clame pelos grupos extremistas do país, para que Deus os visite e transforme as vidas, de maneira que possam testemunhar as boas obras do Senhor.

 

Fonte: Portas Abertas.
22/01/2021

 

 

Tags: Apocalipse, Burkina Faso, CpadNews, Deus, Evangelho, Fim dos Tempos, Jesus Cristo, Missões, Mundo, Perseguição a Cristãos, Terrorismo

quarta-feira, 10 de junho de 2020

Pessoas se convertem e são batizadas no local onde George Floyd foi morto



* * * Extraído do Portal Cpadnews * * *

Dezenas de pessoas se entregaram a Jesus e até curadas de enfermidades durante um evento de evangelismo em Minneápolis (EUA)
Fonte: Guia-me / com informações CBN News / Foto: Facebook | 10/06/2020 - 12:00


O mundo testemunhou protestos violentos e manifestações pacíficas por quase duas semanas após a morte de George Floyd. Mas também foi possível ver testemunhos de fé e amor, partindo de cristãos que aproveitaram oportunidades de expressar o amor de Jesus, apesar de todo o caos.
Agora, a área de Minneapolis onde Floyd foi morto tornou-se o local de um derramamento do amor e salvação, com centenas de pessoas se reunindo para glorificar a Deus através do culto, evangelismo e batismos.
Vídeos e fotos desse evento foram publicados nas mídias sociais. Joel Bomberger, um pregador do Ministério ‘Circuit Riders’, compartilhou a imagem de um batismo (acima) que ocorreu na rua enquanto os espectadores aplaudiam e celebravam o momento.
"Uma equipe do ‘Circuit Riders’ foi a Minneapolis para pregar ao ar livre sobre Jesus e clamar por cura no cruzamento onde George Floyd foi morto", relatou Bomberger. "Há muitos testemunhos para contar!! Eles puderam pregar a milhares e viram centenas respondendo ao Evangelho de Jesus!!".

Assista ao vídeo abaixo clicando no vídeo


Ele também relatou: "Dezenas e dezenas de pessoas foram curadas, cheias de esperança, mudaram e nasceram de novo pelo poder de Jesus neste fim de semana em Minneapolis!"
"Acabei de receber uma mensagem, dizendo que um surdo foi curado pelo poder de Jesus! Louvado seja Deus!". disse Bomberger.
Os membros da equipe do Ministério ‘Circuit Riders’ viajaram a Minneapolis para realizar cultos ao ar livre, onde centenas de pessoas oraram em voz alta e adoraram juntos.
Palavras de afirmação ecoaram nas esquinas, quando os crentes declararam seu compromisso com Jesus Cristo.
Um vídeo mostra um pregador de rua liderando a multidão em uma oração de salvação, dizendo: "Eu acredito que você ressuscitou, derrotando a vida e derrotando a morte. Eu te dou minha vida. O Espírito Santo ... me conduz, me guie, me mostre o plenitude do que significa segui-lo, em nome de Jesus, amém".
Brandon Marlow também postou em seu Twitter fotos de pessoas orando juntas e se abraçando como um símbolo de unidade.
Tags: Adoração, Cpadnews, Cura, Deus, Evangelho, Evangelismo, Fim dos Tempos, Jesus Cristo, Missões

quarta-feira, 3 de junho de 2020

Cristãos de todas as idades enfrentam as consequências dos ataques do grupo terrorista Al-Shabaab


* * * Extraído do Portal Cpadnews * * *

Os extremistas islâmicos do Al-Shabaab tentam implementar a sharia na Somália e recrutam jihadistas de países vizinhos para compor o grupo
Fonte: Portas Abertas | 03/06/2020 - 17:00


A Somália é uma nação de maioria muçulmana e a sociedade espera que todos os somalis sejam islâmicos. Líderes religiosos das mesquitas e madrassas (escolas islâmicas), assim como líderes do Al-Shabaab, declaram publicamente que não há espaço para o cristianismo, cristãos e igrejas na Somália. A Constituição do país declara que o islamismo é a religião do Estado. O governo ainda proíbe cristãos de celebrarem o Natal e quem quiser celebrar deve fazê-lo de forma muito discreta. O grupo tem promovido de forma consistente ideologia anticristã.
O que é o Al-Shabaab?
O Al-Shabaab é um grupo militante islâmico que adere à doutrina do wahabismo e defende a sharia (conjunto de leis islâmicas) como base para regular todos os aspectos da vida na Somália. Eles impõem uma versão rígida da sharia em áreas sob seu controle, incluindo o apedrejamento até a morte de mulheres acusadas de adultério e a amputação das mãos de ladrões. Também visam e matam somalis suspeitos de se converter ao cristianismo. Ser cristão, especialmente convertido do islamismo, é um grande desafio e pode levar à morte nas mãos de grupos radicais.

O grupo militante islâmico promove a ideologia anticristã e realiza diversos ataques contra os mesmos (foto: AFP)

O grupo luta contra o governo na Somália, que é apoiado pela Organização das Nações Unidas (ONU). Por isso, realizou uma série de ataques pela região. O Al-Shabaab, que é aliado da Al-Qaeda, foi expulso da maioria das cidades principais que controlava, mas permanece uma poderosa ameaça.
De acordo com a BBC, Al-Shabaab significa "Os Jovens", em árabe. O grupo surgiu como uma ala radical jovem do extinto Conselho Supremo das Cortes Islâmicas da Somália, que controlava Mogadíscio, capital do país, em 2006, antes de ser expulso por forças etíopes. Há diversos relatos de jihadistas estrangeiros de países vizinhos, bem como dos Estados Unidos e Europa, que vão para a Somália ajudar o Al-Shabaab. O grupo foi declarado como grupo terrorista pelos Estados Unidos e Reino Unido e acredita-se que possui entre 7 e 9 mil combatentes.

Quais as conexões do Al-Shabaab?

Em um vídeo liberado em fevereiro de 2012, o líder do Al-Shabaab, Ahmed Abdi Godane, disse que “prometia obediência” à Al-Qaeda, liderada por Aman al-Zawahiri. Também houve diversos relatos que o Al-Shabaab poderia ter se ligado a outros grupos militantes da África, como o Boko Haram, da Nigéria. Além disso, o grupo debateu o fato de oferecer lealdade ao Estado Islâmico após seu surgimento, em janeiro de 2014, mas acabou rejeitando a ideia, o que resultou na separação de uma pequena facção.
Atualmente, o Al-Shabaab é liderado por Ahmad Umar, também conhecido como Abu Ubaidah. Os Estados Unidos emitiram uma recompensa de 6 milhões de dólares por informações que levem a sua captura.
O quanto o Al-Shabaab é perigoso?

Como divulgado em artigo da BBC, o governo da Somália culpa o grupo pela morte de ao menos 500 pessoas em um grande bombardeio na capital Mogadíscio, em outubro de 2017. Esse foi o bombardeio mais mortal do leste africano. Porém, o Al-Shabaab não alegou responsabilidade. Apesar disso, confirmou ter realizado um ataque massivo em uma base militar queniana na cidade de El Adde, na Somália, em janeiro de 2016, que matou cerca de 180 soldados, segundo o então presidente, Hassan Sheikh Mohamud. Militares quenianos contestaram o número, mas se recusaram a dar o número de mortos.

O Al-Shabaab realiza diversos bombardeios tanto na Somália quanto em países vizinhos (foto: AFP)

O Al-Shabaab também realizou diversos ataques no Quênia, incluindo o massacre de 2015 na Universidade de Garissa, no Quênia, próximo à fronteira com a Somália. Um total de 148 pessoas morreram quando homens armados invadiram a universidade e alvejaram estudantes cristãos. Dois anos antes, homens armados invadiram o shopping Westgate, em Nairóbi, capital do Quênia, em um ataque que deixou ao menos 67 pessoas mortas. E durante a Copa do Mundo de Futebol, em 2010, bombardearam um clube de rúgbi e um restaurante em Uganda, na capital Kampala, matando 74 pessoas que assistiam uma partida.
Quanto da Somália o Al-Shabaab controla?

Apesar de ter perdido o controle da maioria das cidades, o grupo ainda domina muitas áreas rurais. Ele foi expulso da capital Mogadíscio em agosto de 2011, após uma ofensiva liderada por cerca de 22 mil tropas da União Africana, e deixou o importante porto de Kismayo em setembro de 2012. A perda deste afetou suas finanças, já que era usado para conseguir dinheiro ficando com uma parte do lucrativo comércio de carvão da cidade.
Segundo a BBC, os Estados Unidos realizaram uma onda de ataques aéreos, que levaram à morte do líder do grupo, Aden Hashi Ayro, em 2008, e seu sucessor, Ahmed Abdi Godane. Em março de 2017, o presidente americano Donald Trump aprovou um plano no Pentágono para aumentar as operações contra o Al-Shabaab. Os Estados Unidos possuem mais de 500 tropas na Somália e conduziram 30 ataques aéreos em 2017, mais de quatro vezes o número médio realizado nos últimos sete anos, de acordo com o jornal The Washington Post. Apesar das operações militares enfraquecerem o Al-Shabaab, o grupo continua apto para executar ataques suicidas e reconquistou o controle de algumas cidades.

Cristãos na Somália



Muitos somalis são obrigados a viver em meio aos conflitos e a fome

Os cristãos isolados da região precisam de líderes que possam discipulá-los e ensiná-los. Novos convertidos do Chifre da África precisam ser orientados para permanecerem firmes na fé diante da perseguição que enfrentam. Bons líderes podem agregar convertidos e, assim, estabelecer igrejas, conforme os cristãos desfrutam de um lugar seguro onde podem ter comunhão e crescer espiritualmente. Por medo de represálias, muitos cristãos preferem manter a fé em segredo e não participam da comunhão do corpo de Cristo. As contribuições de fies permite que a Portas Abertas ofereça treinamentos na língua local para que líderes sejam capacitados a desenvolver um ministério efetivo, oferecendo a esses cristãos um lugar seguro para congregar.

Tags: Al-Shabaab, Cristãos, Cpadnews, Evangelho, Fim dos Tempos, Jesus Cristo, Madraças, Missões, Jihadistas, Perseguição a Cristãos, Portas Abertas, Somália, Sharia