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terça-feira, 2 de agosto de 2011

EVANGELHO SEM CRUZ, NÃO É EVANGELHO



Uma das frases mais equivocadas que tenho ouvido ultimamente: - Eu posso seguir a Jesus do meu jeito, o que importa é que eu creia nele. Seguir a Jesus do jeito de cada um significa dizer que não preciso de um Jesus Senhor, preciso apenas do Jesus salvador, aprendi em minha conversão que se Jesus Cristo não é meu Senhor, logo ele não pode ser meu salvador, Ele mesmo diz em sua palavra: - Por que me chamas Senhor? E não fazeis o que eu vos mando?

Para seguirmos Jesus precisa ser do jeito Dele, e o jeito dele para segui-lo é passando pela cruz, é lá que podemos crucificar o nosso velho homem, nossa natureza adâmica, nossa natureza carnal, nossa tendência para o pecado. Não há evangelho sem cruz, Deus tem trazido tão forte ao meu coração essa mensagem. Ainda existe uma cruz! E você meu amado irmão? Tem passado pela cruz?

Ou está buscando viver um evangelho sem cruz, sem renuncia, sem luta. Aquele que quer viver após mim negue-se a si mesmo, tome a cruz e siga-me. Temos a oportunidade dada pelo mestre de passarmos pela cruz como Ele passou, cruz é lugar de crucificação, chega de evangelho fácil, de evangelho que não transforma que não faz a diferença, não foi para isso que Cristo te chamou, sim ainda existe uma Cruz," ainda existe um preço a pagar", levante-se e diga para Jesus, Senhor quero ser crucificado contigo para reinar contigo, sem cruz não tem outro lado, sem cruz não há ressurreição e sem ressurreição não há vida.


DIGA ÀS PESSOAS - “Ainda existe uma cruz!”


Por: Pr. Jairo Guirra.

Tags: Avivamento, Cruz, Evangelho, Entrega teu caminho ao Senhor, Fé, Propósito, Tempo para Deus, Testemunho, Via Sacra, Vida Religiosa

quinta-feira, 24 de março de 2011

Estudo indica que religião pode acabar em 9 países ricos


* * * Extraído do CPADNEWS * * *

Pesquisa seguiu um modelo de dinâmica não-linear que leva em conta fatores sociais

Dados de censos colhidos desde o século 19 indicam que a religião pode ser extinta em nove nações ricas que foram analisadas em um estudo científico.

A pesquisa identificou uma tendência de aumento no número de pessoas que afirmam não ter religião na Austrália, Áustria, Canadá, Finlândia, Irlanda, Holanda, Nova Zelândia, Suíça e República Tcheca --o país com o índice mais elevado, com 60%.

Usando um modelo de progressão matemática, o levantamento --divulgado durante um encontro da American Physical Society-- mostra que as pessoas que seguem alguma religião vão praticamente deixar de existir nestes países.

Na Holanda, por exemplo, 70% dos holandeses não terão religião alguma até 2050. Hoje, esse grupo é de 40% da população.

"Em muitas democracias seculares modernas, há uma tendência maior de as pessoas se identificarem como sem uma religião", afirma Richard Wiener, que trabalha em um centro de pesquisa em ciência avançada, subordinado ao departamento de física da Universidade do Arizona.

A pesquisa seguiu um modelo de dinâmica não-linear que leva em conta fatores sociais e a influência que exercem em uma pessoa a fazer parte de um grupo não-religioso.

Os parâmetros se mostraram semelhantes em vários países pesquisados, indicando que a religião está a caminho da extinção nessas nações.


Fonte: BBC Brasil

Tags: Estudos, Notícias, Religião, Vida religiosa

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

População Evangélica no Brasil Atingirá 57,4 milhões em 2011


* * * Extraído do Portal Melodia * * *



Missionário da SEPAL fez a projeção da população evangélica de 57,4 milhões para este ano de 2011 e 109,3 milhões para 2020, e diz que as razões para o grande crescimento não se trata de avivamento.Luis André Bruneto, um dos pesquisadores da SEPAL, Missão Internacional Servindo aos Pastores e Líderes que realiza estudos teológicos, falou ao The Christian Post sobre as projeções da população evangélica para os próximos anos e as possíveis razões que explicam fenômeno do rápido crescimento da população evangélica no Brasil. A SEPAL realizou um estudo ano passado, baseado nos dados do Censo do IBGE de 2000 e da pesquisa realizada pelo Instituto Datafolha em março de 2007, encontrando que em 2020 a população evangélica representará mais de 50% da população brasileira.


"Projetamos uma porcentagem de cerca de 52,2% da população evangélica em 2020, ou seja, aproximadamente 109,3 milhões de evangélicos para uma população de 209,3 milhões," afirmou Luis.


A projeção baseia-se na taxa de crescimento obtida entre os anos de 1990 e 2000 e na premissa de que a taxa de crescimento dessa religião continue a mesma dos últimos 40 anos. A confiabilidade dos dados é de 95%, afirmou Luis. Segundo ele, seguindo essa taxa de crescimento anual de 7,42%,, ele informou que para o ano de 2011, chegaremos a 57,4 milhões de evangélicos.


A revista éPOCA também divulgou no ano de 2010 estudos sobre o crescimento da população evangélica, avaliando que os evangélicos influenciariam em todas as esferas da vida brasileira. Para teólogos e antropólogos ouvidos por éPOCA, a população evangélica, a partir do crescimento numérico, contribuirá para a diminuição no consumo do álcool, o aumento da escolaridade e a diminuição no número de lares desfeitos. Na opinião do pesquisador da SEPAL, o fenômeno do grande crescimento não se trata de avivamento. Ele acredita que o avivamento se reflete, "na conversão em massa das pessoas, mas também em profundas mudanças no pensamento da sociedade, direcionada pela influência dos cristãos redimidos."


"Se tomarmos essas duas linhas de pensamento, não está acontecendo um avivamento no Brasil," afirmou.


Alguns motivos que o pesquisador lista são, "o evangelismo aguerrido dos evangélicos, a adoção de regras menos rígidas, a ampliação da visão da vida cristã para dentro da sociedade, a flexibilidade dos costumes e o aumento da classe média."


Na região nordeste do Brasil, onde se constatou menor presença de evangélicos, o estudioso explicou os fatores de acordo com o tipo de região que ele menciona de "dois tipos de nordeste." O tipo "A," diz ele, com belas praias, grandes cidades, onde os evangélicos possuem um crescimento abaixo do restante do país, mas aceitável. E o outro, ele chama de tipo "B," que é o nordeste do sertão, onde os evangélicos raramente passam de 1%. Como fatores do baixo índice ele cita três razões. A "primeira é a forte raiz católica romana da população, ampliada pela religiosidade sincrética mística." Um exemplo disso é a forte adoração à ídolos católicos como padre Cícero e frei Damião, que ainda não foram canonizados pelo Vaticano. A segunda razão se deve à dificuldade de evangelizar as cidades do interior do nordeste.


"Boa parte do sertão não possui estradas asfaltadas e os meios de comunicação são precários," explicou. A terceira razão é a falta de interesse da Igreja em evangelizar esse povo carente. "Na verdade, a razão para isso é que o retorno financeiro dentro dessa realidade é mínimo, e assim, a missão não consegue se auto sustentar nem mesmo a longo prazo."


Apesar dessas estimativas ele alerta que é necessário pensar além dos números. Ele questiona, "O que muda na sociedade com tanta gente nas Igrejas?"


A questão do nominalismo na opinião do pesquisador deve avançar, citando um exemplo em que a cidade mais evangélica do Brasil, Quinze de Novembro (RS), tem cerca de 80,4% de evangélicos e a sua cidade vizinha Alto Alegre, a 20 km de distância, tem apenas 0,28% de evangélicos.


"A mais evangelizada ao lado de uma das cidades menos evangelizadas do país."


Luis também pergunta, "será que a vida num país de maioria protestante pode mudar?" Segundo ele, a resposta para essa pergunta depende de como a liderança se comportará daqui para frente. Para ele, o Brasil possui hoje uma liderança "despreparada em sua maioria e maioria e carente de direção na teologia, eclesiologia e missiologia."


Ele expressa também algumas preocupações com relação ao crescimento da população evangélica, como por exemplo crescimento econômico que atrairá líderes materialistas.


"A classe média deve dobrar nos próximos anos isso, "atraindo gente com o "olho gordo" nessa fatia da população, ou seja, líderes materialistas com forte vocação para a teologia da prosperidade."


Além disso, ele cita que há a "superficialidade da vida do povo brasileiro."


"Vemos isso presente no meio evangélico brasileiro e deve continuar assim pelos próximos anos, acelerando a dualidade entre 'vida religiosa' e 'vida secular,' que já existe hoje."


Luis, mencionou também "o egoísmo e o individualismo presente nesses dias, externando também na vida religiosa."


"Muito embora, parte do povo evangélico se preocupa com o próximo, uma outra parte, e poderíamos afirmar a maioria, se preocupa apenas com o seu bem-estar."


Entretanto, ele acredita positivamente na transformação da sociedade brasileira e urge para que haja "uma instituição forte que represente os evangélicos, em sua maioria, "que grite alto pelos interesses pautados na Palavra de Deus."


"Precisamos de fato orarmos ao Senhor dos céus para que essa transformação da nação brasileira possa ser genuína de acordo com os moldes apresentados no Evangelho de Cristo."


Os estudiosos da SEPAL aguardam a divulgação do próximo censo, o de 2010, para obterem condições reais para verificar as estimativas quanto aos evangélicos e a população brasileira. Eles planejam após isso fazer o mapa evangelístico do país baseado nos novos dados e compará-los com os anteriores



Fonte: ChristianPost



Tags: SEPAL, população brasileira, evangélicos, católicos romanos, antropólogo, vida religiosa, vida secular, teologia da prosperidade