quarta-feira, 18 de agosto de 2010

O que é batalhar diligentemente?

Originalmente, Judas pretendia compartilhar com seus companheiros crentes as questões da fé comuns a todos eles. Mas, o Espírito Santo o redirecionou a um assunto de maior urgência. Questões da fé "uma vez por todas... entregue aos santos" estavam sendo tanto sutilmente solapadas como profundamente pervertidas. Hoje em dia acontece o mesmo que naquele tempo. Todos os santos (isto é, cristãos – Ef 1.1; Cl 1.2, etc.) devem batalhar diligentemente pelos ensinos da fé "dados por inspiração de Deus" (comp. 2 Tm 3.16).

O que é batalhar diligentemente?

Batalhar diligentemente por algo não é uma atividade de menor importância. A passagem paralela normal desse versículo é 1 Timóteo 6.12: "Combate o bom combate da fé..." Em ambos os casos, o sentido é de trabalhar fervorosamente, ou esforçar-se, como um atleta que irá participar de um evento esportivo. A analogia do esporte oferece uma ilustração muito clara: bons atletas têm que treinar com vigor para atender às exigências do seu esporte. Da mesma forma, um cristão dedicado deve condicionar-se espiritualmente para atender à exortação de Paulo: "Exercita-te pessoalmente na piedade" (1 Tm 4.7). Paulo usou freqüentemente a correlação entre os esforços dos atletas e o andar dos cristãos para mostrar que a vida de um crente renascido não tem por objetivo a passividade. Ela requer treinamento espiritual, que inclui muitas das qualidades demonstradas por um atleta superior: diligência, dedicação, auto-disciplina, disposição de aprender, etc. Entretanto, do mesmo modo como no cenário esportivo dos nossos dias, muitos de nós se dedicam a ser espectadores – não necessariamente "inativos", mas definitivamente não jogadores.

Muito freqüentemente a reação à exortação de Judas é dizer que é melhor "deixar o batalhar pela fé para os especialistas", isto é, para os estudiosos, os teólogos, os apologistas ou autoridades em seitas. Há no mínimo dois problemas com tal idéia. Em primeiro lugar, as palavras de Judas não foram escritas a especialistas em teologia, mas "aos chamados, amados em Deus Pai, e guardados em Jesus Cristo" – ou seja, a todos os Seus "santos" (Jd 1,3). Em segundo lugar, um dos principais aspectos da batalha pela fé está relacionada com o desenvolvimento espiritual de todo santo. Em outras palavras, batalhar pela fé não é somente para especialistas em seitas, nem envolve necessariamente argumentar ou confrontar os outros. Batalhar pela fé deveria ser o padrão de vida espiritual de todo crente (comp. 1 Pe 3.15).

O desejo de estudar diligentemente a Palavra de Deus

Batalhar diligentemente pela fé requer o desejo de estudar diligentemente a Palavra de Deus. Jesus estabeleceu um programa de crescimento para todos que se entregaram a Ele: "Se vós permanecerdes na minha palavra, sois verdadeiramente meus discípulos" (Jo 8.31). Em 2 Timóteo 2.15, Paulo acentua o exercício prático, diário, de todo crente: "Procura apresentar-te a Deus, aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade." O coração do cristianismo é um relacionamento pessoal com Jesus Cristo. Estudar e aplicar as Escrituras é a forma principal de desenvolver nosso relacionamento pessoal com Ele; trata-se de conhecê-lO através da revelação dEle mesmo.

A necessidade de conhecimento

Batalhar diligentemente pela fé exige conhecimento. Não precisamos nos tornar especialistas antes de compartilhar a "fé que uma vez por todas foi entregue aos santos", mas devemos ser diligentes em nossa busca do conhecimento do Senhor. Se bem que se tente fazê-lo muitas vezes, é completamente insensato tentar batalhar por algo sobre o que não se está informado. Salomão escreveu: "Filho meu, se aceitares as minhas palavras, e esconderes contigo os meus mandamentos, para fazeres atento à sabedoria o teu ouvido, e para inclinares o teu coração ao entendimento, e se clamares por inteligência, e por entendimento alçares a tua voz, se buscares a sabedoria como a prata, e como a tesouros escondidos a procurares, então entenderás o temor do Senhor, e acharás o conhecimento de Deus. Porque o Senhor dá a sabedoria, da sua boca vem a inteligência e o entendimento. Ele reserva a verdadeira sabedoria para os retos, e escudo para os que caminham na sinceridade, guarda as veredas do juízo e conserva o caminho dos seus santos" (Pv 2.1-8).

A prática diligente do discernimento

Batalhar pela fé requer a prática diligente do discernimento. Em Hebreus 5.13-14 está dito: "Ora, todo aquele que se alimenta de leite, é inexperiente na palavra da justiça, porque é criança. Mas o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que, pela prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir não somente o bem, mas também o mal." O "leite" e o "alimento sólido" desses versículos são metáforas que se referem ao crescimento espiritual; limitar-nos a uma dieta e a atitudes de crianças espirituais inibe nosso desenvolvimento espiritual. Entretanto, os que exercitam suas faculdades pelo estudo da Palavra de Deus crescerão em discernimento, não continuando "meninos, agitados de um lado para outro, e levados ao redor por todo vento de doutrina, pela artimanha dos homens, pela astúcia com que induzem ao erro" (Ef 4.14).

A disposição de aceitar correção

Batalhar diligentemente pela fé exige que tenhamos a disposição de aceitar correção. Corrigir, entretanto, não é um procedimento "psicologicamente correto" em nossos dias, tanto no mundo quanto na Igreja. A correção é considerada uma ameaça à auto-imagem positiva por muitos que promovem a teologia humanista da auto-estima. É incrível como tal mentalidade mundana influenciou fortemente aqueles que deveriam ser separados do mundo e cujos pensamentos deveriam refletir a mente de Cristo. Mesmo uma pesquisa superficial da Bíblia revela exemplos e mais exemplos de correção, que atualmente seriam vistos como potencialmente destrutivos do bem-estar psicológico das pessoas! Será que a "auto-estima" de Pedro foi psicologicamente danificada e tanto sua auto-imagem como a imagem do seu ministério foram irreparavelmente prejudicadas pela correção pública de Paulo? Foi o ministério de Pedro considerado acabado pela maioria da igreja primitiva porque Paulo não foi suficientemente sensível (ou, bíblico – deixando supostamente de considerar Mateus 18) para ter um encontro particular com Pedro? Não é essa a maneira como muitos na Igreja vêem as coisas atualmente? E o que dizer do trauma sentido pelo ego dos publicamente corrigidos: Barnabé (Gl 2.13), Alexandre (2 Tm 4.14-15), Figelo e Hermógenes (2 Tm 1.15), Himeneu e Fileto (2 Tm 2.17-18), Demas (2 Tm 4.10), Diótrefes (3 Jo 9-10) e outros?

A correção é essencial para a vida de todo cristão. Em sua segunda carta a Timóteo, Paulo orientou seu jovem discípulo a respeito do valor das Escrituras para a correção (como também para a repreensão!), "a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra" (2 Tm 3.16-17). A correção tem que começar em casa, isto é, deve haver a disposição não somente de sermos corrigidos por outros, mas também o desejo de corrigirmos a nós mesmos. A admoestação "Examinai-vos a vós mesmos se realmente estais na fé" (2 Co 13.5) não pede uma avaliação pública; ela requer que analisemos a nós mesmos e então façamos o que for necessário para colocar as coisas em ordem diante do Senhor. Sem a disposição de considerar a possibilidade de uma "trave" em nosso próprio olho, a hipocrisia dominará em qualquer correção a outra pessoa.

Obediência às normas

Batalhar diligentemente pela fé requer obediência às normas. Enquanto alguns evitam praticar a correção segundo as Escrituras, outros a usam como um grande porrete, dando com ele em qualquer um que parecer não concordar com seus pontos de vista. As Escrituras nos dizem que (no contexto dos galardões celestiais) aqueles que competem por um prêmio serão desqualificados a não ser que sua conduta siga as normas do evento (2 Tm 2.5). Isso também deveria ser aplicado ao modo como batalhamos pela fé, especialmente no que se refere à correção mútua. A primeira e mais importante norma é o amor. Correção bíblica é um ato de amor, ponto final. Se alguém não tem em mente o interesse maior de uma pessoa, o amor não está envolvido. Se o amor não é o fator motivador da correção, o modo de agir não é bíblico.

A maneira como nos corrigimos mutuamente é uma parte importante das "normas" da batalha pela fé: "Ora, é necessário que o servo do Senhor não viva a contender, e, sim, deve ser brando para com todos, apto para instruir, paciente; disciplinando com mansidão os que se opõem, na expectativa de que Deus lhes conceda não só o arrependimento para conhecerem plenamente a verdade" (2 Tm 2.24-25). Entretanto, uma repreensão severa também pode ser bíblica; nas Escrituras há abundância de tais reprovações e repreensões quando a situação as exigia. Mas elas nada têm em comum com correção acompanhada de sarcasmo, humilhação, ataques ao caráter pessoal ou qualquer outra coisa que exalte quem corrige ao invés de ministrar àquele que está sendo corrigido. É irônico que o humor dominante (TV, quadrinhos, etc.) dessa geração profundamente consciente da "auto-estima", ego-sensível, seja o sarcasmo, especialmente a humilhação. Fazer alguém se sentir inferior tornou-se a maneira preferida de elevar a própria auto-estima.

Um teste simples de correção bíblica é o nível de presunção por parte de quem a pratica. Se houver qualquer indício dela – ele falhará. Outro teste rápido é o termômetro das "maneiras desagradáveis". Se aquele que corrige trata os outros com maneiras que ele mesmo não aceitaria – ele é parte do problema, não a solução bíblica.

Conhecer pelo que se batalha

Batalhar diligentemente pela fé envolve conhecer pelo que se batalha. Aquilo que envolve a subversão do Evangelho, especialmente das doutrinas principais relacionadas com a salvação, exige nossa séria preocupação e atenção. O livro de Gálatas é um bom exemplo. Os judaizantes estavam coagindo os crentes a aceitar um falso evangelho, isto é, adicionando certas obras da lei como necessárias para a salvação. Paulo os repreendeu duramente, como também instruiu Tito a fazê-lo (Tt 1.10-11,13). No mesmo espírito, argumentamos com os que promovem ou aceitam um falso evangelho para a salvação (mórmons, adeptos da Ciência Cristã, Testemunhas de Jeová e católicos romanos, entre outros).

Enquanto certas questões podem parecer não estar relacionadas com o Evangelho, elas podem subverter indiretamente a Palavra de Deus, afastando os crentes da verdade e inibindo dessa forma a graça necessária para uma vida agradável ao Senhor. A psicoterapia, por exemplo, é um dos veículos mais populares para levar os cristãos a buscar as soluções ímpias dos homens (e, portanto, destituídas da graça).

Saber quando evitar confrontos

Batalhar pela fé também requer que saibamos quando evitar confrontos. O capítulo 14 de Romanos trata de assuntos em que a argumentação se transforma em contenda. Paulo fala de situações em que crentes imaturos criavam polêmicas em torno de coisas que não tinham importância. Alguns estavam provocando divisões por discutirem quais alimentos podiam ser comidos ou não, ou quais dias deviam ser guardados ou não. Nesses casos, o conselho da Escritura é: há certas coisas que não devemos julgar, pois se trata de questões sem importância, que não negam a fé, e são assuntos a serem decididos pela própria consciência (v. 5). Somente o Senhor pode julgar o coração e a mente de alguém no que se refere a tais assuntos.

Quando Jesus discutiu os sinais dos últimos tempos com Seus discípulos no Monte das Oliveiras (Mt 24), o primeiro sinal que Ele citou foi o engano religioso. Sua extensão atual não tem precedentes na História. Somente esse fato deveria tornar nosso interesse em batalhar diligentemente pela fé uma das maiores preocupações. Isso também significa que há tantos desvios da fé (1 Tm 4.1) a serem considerados, que poderá ser necessário estabelecer prioridades pelo que e quando vamos batalhar. No que se refere ao nosso próprio andar com o Senhor, devemos examinar qualquer coisa em desacordo com as Escrituras, fazendo as necessárias correções. Entretanto, quando se trata de ensinos e práticas biblicamente questionáveis, sendo aceitas e promovidas por outros, o discernimento pode também incluir a necessidade de decidir quando e como tratar deles. Atualmente, não é incomum ser erradamente considerado (ou, de fato, merecer a reputação) como alguém que "acha erros em tudo"; de modo que a busca da sabedoria e orientação do Senhor é sempre essencial para que nosso batalhar seja recebido de forma frutífera.

Não devemos coagir ninguém

Finalmente, batalhar diligentemente pela fé não é coagir. Muito freqüentemente esquecemos que recebemos nossa vida eterna em Cristo como dádiva gratuita, uma dádiva do insondável amor de Deus que deve ser oferecida aos outros em amor. O amor é destruído pela coação. Se bem que nossa intenção pode não ser impor questões de fé aos outros, é importante verificar regularmente nossos motivos e métodos. O batalhar diligentemente pela fé deve ser realizado como uma oferta de amor. Temos que lembrar que somos meramente canais de tal amor e que, se quisermos que ocorra alguma mudança no coração, ela será realizada através da graça de Deus, a única que garante o arrependimento (2 Tm 2.25-26).

Atos 20.27-31 contém alguns pensamentos que atualmente muitos iriam considerar como desproporcionais na batalha por "todo o desígnio de Deus". Mas, trata-se das palavras de Deus, comunicadas apaixonadamente pelo apóstolo Paulo aos membros da igreja de Éfeso e a nós: "Atendei por vós e por todo o rebanho... Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando cousas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles. Portanto, vigiai, lembrando-vos de que por três anos, noite e dia, não cessei de admoestar, com lágrimas, a cada um."

Nestes "difíceis" tempos finais (2 Tm 3.1), ore para que todos nós, como Paulo, demonstremos apaixonada preocupação pelo bem-estar espiritual dos nossos irmãos e irmãs em Cristo e pela pureza do Evangelho essencial para a salvação das almas (TBC 8/94).

T. A. McMahon
www.chamada.com.br
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Novas cédulas do real começam a circular em novembro

As novas cédulas do real começaram a ser feitas nesta sexta-feira na Casa da Moeda, no Rio de Janeiro. As notas de R$ 50 e R$ 100 começarão a circular em novembro. As demais, a partir de 2012.

Segundo o diretor administrativo do Banco Central, Anthero Meirelles, as cédulas antigas deixarão de circular dentro de dois a três anos. "O BC vai começar a receber essas novas cédulas e teremos que montar um estoque para fazer a distribuição em todo o país", disse.

§ Inflação oficial fica estável pelo segundo mês seguido

§ Após quatro meses de queda, preço do álcool volta a subir em julho

§ Inflação para a baixa renda perde ritmo e é a menor desde 2008, diz FGV

Além desse prazo para formar estoques, completou Meirelles, o intervalo até novembro servirá para os bancos adaptarem as máquinas às novas cédulas. O diretor do BC disse ainda que a autoridade monetária fará uma campanha educativa para mostrar à população as características da nova cédula.

As novas notas têm impressão superior e elementos de segurança --como a marca d'água-- foram redesenhados de forma a facilitar a identificação pela população e dificultar a falsificação.

Nas notas de R$ 50 e R$ 100 foi incluída uma faixa holográfica com desenhos personalizados por valor, o que, de acordo com o BC, é um dos mais sofisticados elementos anti-falsificação existentes.

O projeto das novas cédulas vem sendo desenvolvido desde 2003 pelo Banco Central e pela Casa da Moeda do Brasil. As notas atenderão ainda a uma demanda dos deficientes visuais, já que poderão ser identificadas por seus tamanhos diferentes e terão marcas táteis em relevo aprimoradas em relação às já existentes.

A Casa da Moeda modernizou seu parque fabril para poder produzir as novas moedas. Com isso, de acordo com o Banco Central, o órgão tem tecnologia para imprimir hoje qualquer moeda existente no mundo, incluindo o dólar e o euro.

CORES

As novas notas mantiveram as mesmas cores das antigas e os mesmos animais. Os tamanhos serão diferentes, a de R$ 2 é a menor, a de R$ 5 um pouco maior, e assim sucessivamente, a exemplo do euro.

A frente da cédula está visualmente mais limpa, mantida a efígie da República. A cédula ganhou, do lado direito, uma faixa com o valor da nota escrito e, do lado esquerdo, um grafismo com figuras do habitat de cada animal --a nota de R$ 100, por exemplo, que tem uma garoupa no verso, ganhou na frente figuras que remetem ao mar.

No verso, as figuras de animais foram modificadas e estão agora na horizontal. A nota de R$ 50, por exemplo, traz a mesma figura da onça pintada, agora deitada sobre uma pedra.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Vindo da região de Gileade



O que é o "Balsamo de gileade"? Era um óleo produzido na região de Gileade usado para várias coisas inclusive para aliviar feridas. Há inúmeras referências a este lugar chamado Gileade que está localizado numa montanha em Israel. Ali era produzido um bálsamo muito desejado...(Gênesis 37:25 Ora, sentando-se para comer pão, olharam e viram que uma caravana de ismaelitas vinha de Gileade; seus camelos traziam arômatas, bálsamo e mirra, que levavam para o Egito) (Jeremias 8:22 Acaso, não há bálsamo em Gileade? Ou não há lá médico? Por que, pois, não se realizou a cura da filha do meu povo? Jeremias 46:11 Sobe a Gileade e toma bálsamo, ó virgem filha do Egito; debalde multiplicas remédios, pois não há remédio para curar-te).

Entendes tu o que canta? Analisemos a canção de Ana Paula valadão:

Canção: O Bálsamo de Gileade

VINDE, VOLTEMOS AO SENHOR

POIS ELE NOS DESPEDAÇOU E NOS SARARÁ

FEZ A FERIDA E A LIGARÁ

NOS REVIGORARÁ E VIVEREMOS DIANTE DELE

HÁ UM BÁLSAMO EM GILEADE

HÁ UNÇÃO EM GILEADE

VEM SOBRE MIM PARA CURAR

VEM SOBRE A FILHA DE SIÃO

HÁ UM MÉDICO EM GILEADE

HÁ REMÉDIO EM GILEADE

VEM SOBRE MIM PARA CURAR

RESTAURA A FILHA DE SIÃO

HÁ UM BÁLSAMO EM GILEADE

HÁ UNÇÃO EM GILEADE

VEM SOBRE MIM PARA CURAR

VEM SOBRE A FILHA DE SIÃO

HÁ UM MÉDICO EM GILEADE

HÁ REMÉDIO EM GILEADE

VEM SOBRE MIM PARA CURAR

RESTAURA A FILHA DE SIÃO

VINDE, VOLTEMOS AO SENHOR

A Primeira Estrofe do hino é uma referência ao Profeta Oséias, quando ele fala da queda e restauração de Israel, vamos analisá-lo, mais primeiro passando pelo profeta Ezequiel:

Ezequiel 37 - O Vale dos Ossos Secos - Este capítulo maravilhoso prediz precisamente como Deus retornará Israel de volta à sua terra.Ele compara esse processo gradual a um vale de ossos secos que são sistematicamente ressuscitados e passam a ser organismos vivos novamente. Para garantir que ninguém deixe de compreender esse ponto, Deus primeiro anuncia a estranha profecia nos versos de 1 até 10 e depois fornece as explicações no verso 11. Ele diz claramente, "...
estes ossos são toda a casa de Israel."

É interessante que Deus disse, no verso 8, que trará Israel de volta à sua terra sem espírito; como sabemos que o Espírito Santo sempre testifica de Jesus Cristo, sabemos que Deus restaurará Israel inicialmente em um estado de incredulidade em Jesus como o Messias. No verso 14, porém, Deus diz:

"E porei em vós o meu Espírito, e vivereis, e vos porei na vossa terra; e sabereis que eu, o SENHOR, disse isto, e o fiz, diz o SENHOR."

Logicamente, sabemos a partir da história recente que Israel foi, de fato, estabelecido em descrença em Jesus Cristo, a crença de Israel em Jesus como Messias ainda ocorrerá no futuro.Em Oséias, Deus novamente reitera esses dois temas, a destruição física e a dispersão dos judeus e sua futura restauração. No capítulo 1:2, Deus explica a razão das suas ações:

"O princípio da palavra do SENHOR por meio de Oséias. Disse, pois, o SENHOR a Oséias: Vai, toma uma mulher de prostituições, e filhos de prostituição; porque a terra certamente se prostitui, desviando-se do SENHOR."

Deus afirma severamente que o tempo da misericórdia passara e o tempo do julgamento chegara. Entretanto, nos versos 10-11, ele prediz a restauração de Israel!! No capítulo 2, Deus novamente prediz julgamento dos versos 1 a 13, mas então trata da restauração futura nos versos de 14 a 23. Ele diz no verso 14 que falará ao coração de Israel com ternura. Nos versos 19-23, Deus diz claramente que tornará novamente e terá misericórdia de Israel e novamente desposará a nação. Em Oséias 3:4, Deus prediz que sua punição a Israel será por "muitos dias" e que a expressão religiosa deles ficará prejudicada:

"Porque os filhos de Israel ficarão por muitos dias sem rei, e sem príncipe, e sem sacrifício, e sem estátua, e sem éfode ou terafim. "

A história nos diz que esse julgamento ocorreu exatamente dessa forma.Então, no próximo verso, Deus volta ao tema da restauração, quando diz:

"Depois tornarão os filhos de Israel, e buscarão ao SENHOR seu Deus, e a Davi, seu rei; e temerão ao SENHOR, e à sua bondade, no fim dos dias." [Oséias 3:5]

Observe que Israel buscará ao Messias Jesus, referido aqui como "Davi seu rei". Observe também que Deus coloca esse retorno nos "últimos dias", uma clara referência ao fim dos tempos. No entanto, o melhor ainda está por vir.Em Oséias 5:14, Deus anuncia a severidade da sua punição quando diz:

"Porque para Efraim serei como um leão, e como um leãozinho à casa de
Judá: eu, eu o despedaçarei, e ir-me-ei embora; arrebatarei, e não haverá quem livre."

Mas, no verso seguinte, Deus retorna ao tema da restauração!!

"Irei e voltarei ao meu lugar, até que se reconheçam culpados e busquem a minha face; estando eles angustiados, de madrugada me buscarão."

Deus está dizendo aqui que, uma vez que os judeus se reconheçam culpados e busquem sua face, ele retornará para eles. Então, no capítulo 6:1-2, ouvimos que as pessoas dirão naquele tempo:

"Vinde, e tornemos ao SENHOR, porque ele despedaçou, e nos sarará; feriu, e nos atará a ferida. Depois de dois dias nos dará a vida; ao terceiro dia nos ressuscitará, e viveremos diante dele."

Essa Escritura é provavelmente o melhor em falar claramente tanto a punição física e a restauração planejada em um único verso.Por que Deus está tão interessado em retornar Israel à sua terra, após Israel pecar tanto e após Deus ter declarado que sua paciência e misericórdia tinham chegado ao fim? Essa é uma pergunta muito boa e que, quando respondida, finalizará a iluminação sobre esse assunto.Em Ezequiel 20:40-44, Deus especificamente trata do retorno de Israel a ele. No verso 44, Deus diz uma coisa muito interessante:Diz que restaurará Israel "por amor do meu nome". Ele reitera essa verdade em Ezequiel 36:21-22. Deus diz de forma muito clara que estava planejando restaurar Israel na sua terra:

"Mas eu os poupei por amor do meu santo nome, que a casa de Israel profanou entre os gentios para onde foi. Dize portanto à casa de Israel: Assim diz o Senhor DEUS: Não é por respeito a vós que eu faço isto, ó casa de Israel, mas pelo meu santo nome, que profanastes entre as nações para onde fostes."

Agora estamos na verdade central. Deus prometeu a Abraão que seus descendentes seriam o povo escolhido para sempre. Veja, o Plano da Redenção, foi definido por Deus para ser realizado por meio desse povo escolhido, Israel. O Messias deveria vir duas vezes, a segunda vez com grande poder e glória, para reinar de forma absolutista por toda a eternidade. Se Deus destruísse Israel por seus pecados e não o restaurasse, Jesus não poderia voltar conforme predito. Embora ele ainda pudesse voltar com todo seu poder e glória, não voltaria como um descendente de Abraão. Ficaria provado que as promessas de Deus são nulas e vazias; ficaria provado que Deus mentiu a Abraão.

Portanto, por sua própria natureza, Deus foi forçado a restaurar Israel após a punição terminar. Assim, Deus falou freqüentemente sobre a planejada restauração. Esse tema é repetido tantas vezes no Antigo e no Novo Testamento que é impossível deixar de observá-lo, a não ser que você decida fechar seus olhos a essa verdade óbvia. Isso é exatamente o que muitas pessoas decidiram fazer. Elas não crêem porque não querem crer. Mas o poder de Deus é tão grande que não importa quantos estão tentando negar que Israel ainda é o povo escolhido de Deus. Israel foi restabelecido como país em 1948 e nunca mais será expulso de sua terra novamente.Agora voltemos a explicar Gileade, a segunda parte do hino, expondo suas ocorrências na bíblia para que fique tudo claro:

Jabes-gileade:

Era a principal cidade de Gileade de Manassés, cujos habitantes foram mortos por não terem estado na guerra de israel contra Benjamim (Jz 21.8 a 14). Saul a defendeu contra os filhos de Amom, e foi ali que foi sepultado aquele rei e os seus três filhos (1 Sm 11.1 a 13; 31.11 a 13; 2 Sm 2.4,5; 21.12;1 Cr 10.11). Em outros lugares bíblicos se chama somente Jabes. o seu nome se conservou na moderna povoação do Wady Yabes, que se une com o Jordão abaixo de Bete-Seã.

Ramote-gileade:

Alturas de Gileade. Cidade de Gade, e cidade de refúgio, que foi dada aos meraritas (Dt 4.43 - Js 20.8 - 21.38). Foi um dos comissariados de Salomão (1 Rs 4.13) - foi tomada pelo rei da Síria - e, querendo Acabe recuperá-la, perdeu a sua vida (1 Rs 22 - 2 Cr 18). Foi Jorão que a retomou (2 Rs 8.28,29 - 9.14 - 2 Cr 22.5,6) - e ali foi Jeú, um dos seus capitães, ungido e proclamado rei em seu lugar (2 Rs 9.1 a 14).

Gileade:

Região pedregosa.

1. Território montanhoso ao oriente do Jordão, ocupado por Gade, Rúben, e a meia tribo de Manassés - por vezes a palavra significa toda a região que fica ao oriente do rio Jordão (Dt 34.1 - Js 22.9 - Jz 20.1). o país era acidentado, rico de florestas, com ricas pastagens (Nm 32.1), e produzia especiarias e gomas aromáticas (Gn 37.25 - Jr8.22 - 46.11). Ali acampou Jacó quando foi alcançado por Labão (Gn
31.21,25) - foi tomado pelos israelitas (Nm 21.24, 25, 32 a 35 - Dt2.32 a 36 - 3.1 a 10) - era a terra de Jair (Jz 10.3) - de Jefté (Jz11.1,7 a 11), e de Elias (1 Rs 17.1) - foi refúgio dos israelitas, quando se livravam dos filisteus (1 Sm 13.7), refugiando-se ali também os filhos de Saul (2 Sm 2.8, 9), e mais tarde Davi quando fugia de Absalão, que o seguiu até aqueles sítios (2 Sm 17.24,26) - e no reinado de Jeú foi o país de Gileade conquistado por Hazael, rei da Síria (2 Rs 10.33).

O ''''bálsamo de Gileade'''' era a seiva de uma árvore que cresce naquela região. É uma substância branca, viscosa, que depressa se coagula, e é de valor para cura de inflamações. No tempo de Alexandre Magno valia duas vezes o seu peso em prata. Maanaim, a capital meridional de Gileade, ainda hoje existe com o nome de Mukhmah. Ao norte havia o lugar de Jabes-Gileade, que hoje se chama Wadi-Yabir. Ao noroeste de Rabate-Amom, na parte sul, as ruínas de Jubeiá indicam o sítio de Jogbeá, sendo até este lugar que os midianitas foram perseguidos por Gideão (Jz 8.11). Sucote, para onde se dirigiu Jacó depois que Esaú se apartou dele, acha-se hoje identificado com Tell Der"ala, ao norte de Jaboque, e Mispa com Sufe.

2. A palavra Gileade também se encontra como nome de pessoa (Nm 26.29- Jz 11.1 - 1 Cr 5.14).

HÁ UM BÁLSAMO EM GILEADE

A Igreja de Jesus Cristo existe para curar. Através do sacrifício feito por Jesus Cristo em nosso favor, as pessoas são libertas da maldição do pecado. Como Isaías 61:1-3 bem descreve, o Messias veio ao mundo para libertar das cadeias e curar as almas dos que a Ele se submetem. Este poder para libertar e curar, foi conferido à Igreja. Como ministros de Deus precisamos cuidar para não cair nos erros dos sacerdotes e profetas contemporâneos de Jeremias. Eles foram rebeldes, desobedientes, idólatras, corruptos: "todos eles são os mais rebeldes, e andam espalhando calúnias; são bronze e ferro; todos eles andam corruptamente..." (Jr 6:28 e 8:10). Jeremias acusou os profetas e sacerdotes de seu tempo de usarem de suas prerrogativas para tirar proveito pessoal: "coisa espantosa e horrenda tem-se feito na terra; os profetas profetizam falsamente e os sacerdotes dominam por intermédio deles, e o meu povo assim o deseja" (Jr 5:30 e 31).

Tão triste era o quadro que o profeta Jeremias se declarou inconsolável e de luto! (Jr 8:18 e 21). Por negligência daqueles que tinham a incumbência de instruir o país no querer de Deus, o povo estava enfermo, sofrendo de feridas que não eram devidamente tratadas: "também se ocupam em curar superficialmente a ferida do meu povo,dizendo: paz, paz, quando não há paz" (Jr 6:14).

O Deus Eterno, através de Jesus, conferiu à Igreja recursos para tratar as feridas das pessoas. O lamento de Deus foi demonstrado com uma pergunta: "Porventura não há bálsamo em Gileade? Ou não se acha lá médico? Por que, pois, não se realizou a cura da filha do meu povo?"
(Jr 8:22). O médico de Gileade é Jesus Cristo e o bálsamo, o seu sangue. A Igreja é o instrumento através do qual o ferido recebe os benefícios do médico e do bálsamo: vida em abundância (Jo 10:10).A Profecia é específica, para uma pessoa, lugar ou nação, Já a promessa se estende a todo aquele que crê. Assim como Deus Restaura Israel num quadro que parecia impossível, ELE faz a ti também. Porque Deus é Bom e O SEU AMOR, dura para sempre. Eu Profetizo a Restauração em todos os sentidos e áreas da sua vida em nome de Jesus.

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Rodrigo Martins
Um parceiro Melodia

terça-feira, 29 de junho de 2010

Que Deus os santifique de tudo


Um Argumento Progressivo



Que o próprio Deus da paz os santifique inteiramente. Que todo o espírito, a alma e o corpo de vocês sejam conservados irrepreensíveis na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo. Aquele que os chama é fiel e fará isso. I Tessalonicenses 5:23 e 24, NVI. O Deus de nossa salvação está ansioso para nos salvar completamente. Ele quer, tanto quanto possível, que estejamos em Seu reino. Quando Paulo fala que Deus quer salvar corpo, alma e espírito, está nos dizendo que Deus quer salvar a pessoa toda, não apenas o corpo, não apenas a mente, nem apenas nosso lado espiritual. No reino não haverá espíritos destituídos de corpo, nem corpos destituídos de espíritos. Em Mateus 6:19-24, Jesus tem tratado com a pessoa toda de uma maneira progressiva. No fim de Sua primeira ilustração, no verso 21, Ele fala do nosso coração, a sede de nossas atitudes.


Ele sabe que é decisivo advertir-nos primeiro sobre a importância dos problemas do coração. É o coração que se inclina na escolha de uma ou de outra maneira de viver. Portanto, ao falar sobre os dois tesouros, Ele começa com nosso coração. Depois, nos versos 22 e 23, temos o ensinamento dos dois olhos. Jesus transfere o assunto rapidamente para nossos órgãos visuais, a parte de nosso ser que abastece a mente com grande quantidade de dados sobre os quais tomamos decisões. Se nossos olhos e mente fornecerem dados corrompidos, teremos pouca probabilidade de fazer escolhas corretas. A seguir, Jesus passa para nosso ser inteiro e nossa lealdade final no ensinamento dos dois senhores. Aqui Jesus atinge o clímax para o qual Ele vinha Se dirigindo desde o verso 19. Os frutos finais de nossas atitudes e perspectiva mental são uma vida que será a favor de Deus ou contra Ele. Esses três ensinamentos não nos levam a nenhum meio-termo. Nosso tesouro está nos Céus ou está na Terra. Nossos olhos estão nos abastecendo com luz ou com trevas. Estamos servindo a Deus ou às riquezas. Jesus não poderia ter dito isto de maneira mais clara. Ele deixa, porém, a decisão com você e comigo. A que senhor eu servirei hoje?


Fonte: www.tele-fe.com.br
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